Frase do dia

Mostrando postagens com marcador Luis Valério Prandel. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Luis Valério Prandel. Mostrar todas as postagens

01/01/2014

[Mensagem] Viver... amar... Feliz 2014 !

Viva a vida e contemple o amor!
Os amores verdadeiros serão sempre amáveis e quando se vive um grande amor, este ficará marcado eternamente em sua história e na história da pessoa amada.

Para que se preocupar com os pequenos problemas que nos impedem de crescermos e não nos ajudam em nada? Muito mais importantes são os momentos felizes que passamos com as pessoas que estão a nossa volta.

Viva os seus dias como se fossem os últimos e viva-os de maneira saudável.

Cada dia que Deus te dá e cada pessoa que Ele coloca em sua vida para você amar são preciosidades que devem ser cuidadas.

Viver... Amar...
Ser feliz... e cuidar...




Feliz 2014!


(Luis Valério Prandel)

16/04/2013

[...] Eu sei que vou te amar


Eu sei que vou te amar
Por toda a minha vida eu vou te amar
Em cada despedida eu vou te amar
Desesperadamente, eu sei que vou te amar
E cada verso meu será
Prá te dizer que eu sei que vou te amar
Por toda minha vida
Eu sei que vou chorar
A cada ausência tua eu vou chorar
Mas cada volta tua há de apagar
O que esta ausência tua me causou
Eu sei que vou sofrer a eterna desventura de viver
A espera de viver ao lado teu
Por toda a minha vida


(Tom Jobim)

14/11/2012

[Poema] Lástima



Tendo em vista um longo processo da pena de morte,
Por uma vida dilacerada de extrema violência,
Fatal consequência de tão natural e justo aporte,
A desenvolver-se na mente total insanidade.
Os dias foram pesados e as noites inacabáveis,
De tantos ciclos assintóticos e irrevogáveis,
Permearam o ser do início da vida ao fim da morte.
Má sorte lançada em suas decisões equivocadas,
Decisões errôneas com parâmetros exacerbados,
Lamentos e alentos constantes previamente notados.
De um turbilhão de sentimentos deploráveis, 
Restaram apenas moldes de sangue coagulados,
Acumulados no âmago daquela fria alma,
Se pudesse voltar atrás talvez notaria, a calma...

(Luis Valério Prandel)

20/08/2012

[Poema] Bem aqui







Que a brisa leve dos teus olhos leve o aroma da felicidade 
E o sabor dos teus beijos destruam cada desejo tornado vão, 
Que afetam a pureza do ser e causam tamanha dor ao meu coração. 
Pois, minha vida é dosada por gotas, ora de paixão, ora de dor, 
As quais aceleram o sangue e causam corrosão no decorrer da saudade! 
Consequentemente existe algo armazenado em meu peito e por tal efeito, 
Ousei de maneira constante e contundente, batizá-lo de "amor". 
Talvez eu seja bem confuso e panoramicamente equivocado, 
De sentimentos estranhos, atitudes reversas e opiniões indeléveis. 
Diante de toda a palavra, pronunciada na boca ou na mente, 
Que ao longo do curto tempo de toda minha vida é concretizada. 
Tudo isso traz humores oscilatórios, vazios transitórios, 
Os quais atravessam o corpo e tornam a alma desobediente. 
Posso simultaneamente ver e não ver o que foi transformado, 
De criação a aniquilação de sentimentos meu ser é baseado. 
Em meio a esses sentimentos manifesta o amor pela vida, 
Do qual os sonhos são alimentados e o sol volta a brilhar no hoje, 
E, por fim, permanecem aqui: nem tão perto, nem tão longe!


 (Luis Valério Prandel)

15/07/2012

[Poema] Soneto do amor noturno da alma



Tardia noite clara e serena
Leva toda a dor do amor embora
Torna a emoção frágil e pequena
Consome a lágrima de quem chora

Um som reverbera lá do fundo,
Sensações iluminam o olhar.
Quem me dera ouvir o profundo
Dum'alma constante a cintilar. 

Aromas são dispersos na noite
E das lágrimas, doce açoite
Vai brilhando as feridas abertas

Espectros causando ruídos
De sentimentos tão ressentidos
Por caminhadas longas e incertas 


(Luis Valério Prandel - 29/06/2012)

12/04/2012

[Poema] O lapso talvez relapso


Pintura de Vincent van Gogh (1853-1890)
Tentei mastigar a pedra e o espinho:
Maldito corpo, mal adaptado.
É triste o coração dilacerado,
Sentimentos extirpados no caminho,
Por um antro abiótico e equivocado.


Comprometendo o pulsar amiúde,
Desgastando qualquer ritmo normal,
Martirizando o complexo da saúde
E gerando a retórica marginal.



Achaques evitados anteriormente,
Sugam plasmas de sangue da noss'alma,
São empurrados ao abismo da mente,
Ultrajando a brevidade da calma.


Muitas classes de palavras insólitas,
São pronunciadas randomicamente.
Aquelas ações com ofensas sólidas,
Afetam-nos empiricamente


Não a temo, amarga irmã morte!
Porque está contido em ti,
Todo aquele nosso frágil aporte.


(Luis Valério Prandel)

25/03/2012

[...] Permeando sonhos


Estamos inseridos em um mundo hiper-confuso no qual a alma busca uma saída: vai permeando regiões onde reinam sonhos e esperanças. De repente, nos deparamos com a rotina diária e encontramos sinais angustiantes das dores passadas e da solidão atual. Porém, outras vezes, fugimos dessa rude realidade e sentimos as alegrias jamais vivenciadas, porém, frequentemente sonhadas. Com esse estado de espírito, a alma volta a permear e o nosso ser retoma ao estado de felicidade!

(Luis Valério Prandel)

08/03/2012

[Poema] Estilhaços de consciência


Vida abrupta e noite necrófila,
Sujeira ocupando todo o espaço, 
Com letargia tão premeditada.
Humanidade sórdida
É escrava do cansaço,
Causando neurose regurgitada.

Ignomínias assombrosas,
Enterradas na mente
E sagradas no corpo.
Palavra mentirosa,
Com insanidade ardente:
Metais rasgando o dorso.

Arrebentando toda razão,
Atropelando toda moral
E quebrando a paciência.
Atrocidades de antemão,
Vão corroendo o radical.
Estilhaços de consciência!

(Luis Valério Prandel)

14/02/2012

[Poema] Caminho além do caminho


O caos fundiu aquele olhar,
Palpitando emoções.
A voz insistiu a clamar,
Nos vãos dos corações.

Passado profundo...

Emancipando mente travada,
Protesto garantido,
De uma mente enclausurada,
E um só indefinido.

Presente oriundo...

Assim a irmã da minha loucura
É minh'alma abatida.
A mãe de toda minha ternura,
Aqui fortalecida.

Futuro rotundo...

Aspergiremos palavras sem nexo, 
Aos olhos da razão.
Irá além do prazer perplexo,
Parte do corpo são.

(Luis Valério Prandel)

11/02/2012

[...] Nós*

Nós humanos... Seres simples diante de um todo e ao mesmo tempo complexos diante de uma parte da própria consciência. Estamos mergulhados em um fluído denso de informações as quais nos causam prazer ou dor. O que é nossa vida senão um aglomerado de causas e efeitos, atos potências ao longo do tempo? Os vazios da alma podem ser preenchidos provisoriamente por fluídos denominados "sonhos" que são agentes causadores de potencialidades. Se tudo isso gerar prazer em nossa vida e a consciência acordar, a alma torna-se livre para que esses sonhos sejam convertidos em atos de amor totalmente efetivos. Nós: conjunto de seres que podem afetar positivamente (ou não) a simplicidade e a complexidade humana!

(Luis Valério Prandel)        
____
* A palavra "nós" pode ser interpretada em duplo sentido: tanto como pronome pessoal da primeira pessoa do plural ou como o plural de laço, neste caso, de  pessoas que são interligadas de certa maneira, formando as redes sociais.

04/02/2012

[Poema] Infinito Complexo


Infinito tão complexo,
De calma e estranha beleza.
Verdades agindo sem nexo,
Com elevada pureza.

Alma passeia complexa,
No espaço quase infinito.
A vida está anexa
Ao universo indescrito.

Calor do sol chega e fere,
Em tamanha escala,
Todo o ser que adere
E denso fluído exala.

Atividade caótica,
Complexa e infinita.
Fugindo da nossa óptica,
Perpassando toda a vida.

Detalhes sempre evitados,
Num cotidiano raso.
Sentimentos acelerados
E infelizes nesse caso.

Na boca causadora da morte,
Nos olhos causadores da luz.
Que todo esse infinito aporte,
Ao centro de uma simples cruz.

Areia de cristais envelhecidos,
Água causadora de tantas vidas.
Nos corpos são tão bem acrescidos,
De complexidades pré-existidas.

Absorvendo a latência do sol
E do cosmos estranho e sem fim.
Linha do tempo em caracol,
Acumulando destinos em mim!

(Luis Valério Prandel)

15/01/2012

[Poema] "L-ou-cura"


palavras mordendo
as almas caídas
em becos vivendo
autor iludido
a um corpo físico
vai engrandecendo
temor que é tísico
aqui foi tecendo
entranhas ao vento
loucura tangendo
liberando dores
e do mal sofrendo
amargos sabores
língua adoecendo
lágrimas e sangue
e pêlos crescendo
da pele restante
insetos vivendo
paredes são tortas
vão alvorecendo
naturezas mortas
estão comprazendo
humores inatos
vão enlouquecendo
desejos e atos
ali parecendo
no branco escuro
estão convertendo
acima do muro
a vida tecendo
poeira ao vento
os dentes rangendo
talvez sofrimento 

(Luis Valério Prandel)

13/01/2012

[Poema] Soneto atmosférico


Vai pairando sobre as densas águas
Uma atmosfera bem úmida e fria
Em meu semblante, refletindo mágoas
Em meus átomos matéria vazia


Da natureza clara do meu ser
Compartilhando tantas formas e cores
Perfazendo a loucura do prazer
Transpassando as angústias dos amores


O tempo que assume minha mente
Controlando os desejos e tardanças
Da atmosfera escura e adjacente


O ar do amor não é mais rarefeito
Do céu ocupa todas as lembranças
Nas águas é totalmente aceito 


(Luis Valério Prandel)

06/01/2012

[Poema] Anjo

Anjo calmo trazendo paz
Falindo o prazer da guerra
Angústia na terra jaz
Construíndo sobre as pedras
Daí o não-silêncio encerra
Da vida altas muralhas
Infestada por justa causa
A palavra no papel
Demonstrou tal violência
Da ida pura assistência
Céu abrindo como um véu
No alto luz alarmando
O clarão vem cintilando
Com doce fiel presença
Redimindo toda ausência
Um anjo que nunca tarda
Trazendo mensagem infalível
De uma matéria invisível
Sobrando sem aparência

No todo da parte
Na parte do todo
O céu é uma arte
A terra é um lodo

(Luis Valério Prandel)

29/12/2011

[...] Ocaso das ideias

Cadê as ideias? Pois tornaram-se mais raras em nosso quotidiano... Essa raridade nos leva a seguinte reflexão: tecnologia nos dá a impossibilidade de se gerar ideias?... Podemos dizer que a tecnologia surgiu a partir de ideias, porém, de algumas pessoas. Já a maioria, a qual em certos pontos me sinto incluído, se tornaram "vampiros de informações", os quais, com o auxílio de toda tecnologia que o mundo oferece, apenas sugam informações alheias. Torna-se assim seres repletos de conteúdos não digeridos por seus próprios intelectos muito bem capacitados... Informações parasitas que são frequentemente injetadas e ejetadas geram o ocaso das ideias!

(Luis Valério Prandel)

18/06/2011

[Poema] Consequência

Mergulha no mar da ilusão
Em um clima de plena paixão
A Solidão está quase morta
Por sombras projetadas nas costas
Imaturidade consequente
Desejos que invadem a mente


O chão já não é mais tal lugar

É um doce e simples planar
Com asas e pernas restauradas
A serem justamente quebradas
Com mover duma total angústia
Bem carnal, tão profunda e rústica

A imperfeição latente
Lágrimas doces
Risos amargos
Aceleram na tangente

(Luis Valério Prandel)

04/06/2011

[...] Infinito raso


Posso passar por ali, e não ver o fundo da alma acoplada no braço de uma pedra...

O que importa se não há braços para abraçar a nuvem, se não há chão para acalentar a alma e não há céu para assistir o corpo?

O vazio não conquista uma estrutura recíproca, porque o infinito não tem vez diante de sentimentos acabados e de amores desrelacionados...

Alma que no fundo lembra a pedra e abraça o céu, não acalenta o corpo, pois o vazio não causa o infinito dos amores...


(Luis Valério Prandel)

Ver também