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22/04/2022

[Curiosidades] Por que a data da Páscoa é móvel?

A data da Páscoa é móvel e muda todos os anos; e, em função dela são definidas as outras datas móveis do Calendário. 


Os judeus celebravam a Páscoa segundo o que prescreve o livro do Êxodo, no capítulo 12, no dia 14 do mês de Nissan. Era a celebração da libertação da escravidão do Egito para a liberdade da Terra Prometida por Deus a Abraão. 


A Igreja Católica celebra a Páscoa Cristã, Ressurreição de Cristo, acompanhando de certa foram a data Páscoa judaica. Mas o calendário judeu era baseado na Lua, então a data da Páscoa cristã passou a ser móvel no calendário cristão, assim como as demais datas referentes à Páscoa, tanto na Igreja Católica como nas Igrejas Protestantes e Igrejas Ortodoxas. 


Concílio de Nicéia
O primeiro Concilio geral da Igreja, o de Nicéia, no ano 325, determinou que a Páscoa cristã seria celebrada no domingo seguinte à primeira Lua cheia após o equinócio da primavera do hemisfério Norte (21 de março); podendo ocorrer entre 22 de Março e 25 de Abril. 


Na astronomia, equinócio é definido como um dos dois momentos em que o Sol, em sua órbita, vista da Terra, cruza o plano do equador celeste. Os equinócios acontecem em março e setembro, e são as duas ocasiões em que o dia e a noite têm duração igual. No hemisfério norte o equinócio da primavera ocorre no dia 20 de março, e o equinócio de outono ocorre no dia 23 de setembro. Estas datas marcam o início das respectivas estações do ano neste hemisfério. No hemisfério sul é o contrário, o equinócio da primavera ocorre no dia 23 de setembro, e o equinócio de outono ocorre no 20 de março. 

Datas móveis (de 2010 a 2025)
A Páscoa é assim um feriado móvel e que serve de referência para outras datas. As datas móveis que dependem da Páscoa são: 

-  Terça-feira de Carnaval – quarenta e sete dias antes da Páscoa. 

- Quaresma – Inicia na Quarta-feira de cinzas e termina no Domingo de Ramos (uma semana antes da Páscoa). 

- Sexta-feira Santa – a sexta-feira imediatamente anterior Sábado da Solene Vigília Pascal – o sábado de véspera Pentecostes – o oitavo domingo após a Páscoa. 

- Corpus Christi ou Corpo de Deus – a quinta-feira imediatamente após o Pentecostes

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 Autor do texto: Prof. Felipe Aquino (Blog Canção Nova)

28/06/2021

[Astronomia] O que é matéria escura?

É uma parte do Universo que os astrônomos sabem que existe, mas ainda não sabem exatamente o que seja. É matéria, porque se consegue medir sua existência por meio da força gravitacional que ela exerce. E é escura, porque não emite nenhuma luz. Essa segunda propriedade é justamente o que dificulta seu estudo. Todas as observações de corpos no espaço são feitas a partir da luz ou de outro tipo de radiação eletromagnética emitida ou refletida pelos astros. Como a matéria escura não faz nenhuma dessas coisas, é "invisível". Ainda assim, sabe-se que ela está lá. 

Na década de 1930, o astrônomo Fritz Zwicky, um húngaro radicado nos Estados Unidos, calculou a massa de algumas galáxias e percebeu que ela era 400 vezes maior do que sugeriam as estrelas observadas! A diferença está justamente na massa de matéria escura. E quanta diferença! Pelas contas do professor Fritz, você deve ter percebido que ela não é apenas um detalhe na composição do Universo, e, sim, seu principal ingrediente. Hoje em dia, calcula-se que ele corresponda a mais ou menos 95% do Universo. 

Existem várias teorias sobre o que seria a tal massa escura. O mais provável é que ela seja feita de partículas subatômicas, menores que nêutrons, prótons e elétrons e ainda indetectáveis pelos atuais instrumentos de medição dos cientistas. Para terminar, vale um esclarecimento: apesar da semelhança no nome, matéria escura não tem nada a ver com buraco negro. "A massa escura é um componente do Universo, sem luz, enquanto o buraco negro é um objeto astrofísico com um campo gravitacional tão forte que não deixa nem mesmo a luz escapar", afirma o astrônomo Enos Picazzio, da Universidade de São Paulo (USP).

(Tarso Araújo - mundoestranho.abril.com.br)


Foto de John Dubinski, Universidade de Toronto
Ninguém consegue vê-la, senti-la, ou mesmo saber o que é. Mas sem a misteriosa substância chamada matéria escura, as galáxias se fragmentariam. Uma simulação feita em computador por John Dubinski, um astrofísico da Universidade de Toronto, representa a matéria escura como uma enorme rede de filamentos espalhada pelo espaço, mostrada em branco acima. Segundo os cálculos de Dubinski e outros astrofísicos, o universo visível – estrelas e galáxias – é uma mera farpa do que há lá fora. A matéria escura é uma partícula grande sem carga elétrica; sua única marca é sua força gravitacional. Os especialistas calculam que os experimentos dos próximos dez anos conseguirão finalmente isolar partículas da matéria escura e desvendar o maior mistério do universo.


Vídeo recomendado:


09/03/2014

[Astronomia] Descoberta a estrela mais antiga que se conhece

Astrônomos australianos descobriram aquela que eles chamam de "a mais velha estrela que se conhece".
E ela não está nos confins do Universo, mas aqui nas vizinhanças, dentro da Via Láctea, a pouco mais de 6.000 anos-luz da Terra.

Sendo tão velha, ela se formou antes que própria Via Láctea, integrando-se à multidão de estrelas que formam nossa galáxia por algum processo de aglomeração posterior.

Stefan Keller e seus colegas da Universidade Nacional Australiana e de várias outras instituições calculam que essa estrela ancestral tenha 13,6 bilhões de anos de idade.

O "problema" é que o último cálculo sobre a idade do Universo estabelece que o Big Bang teria acontecido 13,82 bilhões de anos atrás.

E, para atender às teorias, nesses poucos mais de 200 milhões de anos tem que ter havido tempo suficiente para a criação e destruição das chamadas estrelas primordiais, gigantes azuis que explodiram rapidamente como supernovas, e que teriam sido responsáveis pela criação dos outros elementos da Tabela Periódica - o Big Bang só teria produzido hélio, hidrogênio e lítio.

Outro "problema" é que já se conhece outra estrela, chamada HD 140283, cuja idade aparenta ser maior do que os 13,82 bilhões do Big Bang, com uma incerteza de 800 milhões de anos para mais ou para menos, o que pode questionar a alegação de que esta seja a estrela mais velha que se conhece.

Para calcular a idade da estrela-vovó - que atende pelo nome codificado de SMSS J031300.36-670839.3 - os astrônomos usaram a quantidade de ferro em sua composição.

"A luz das estrelas escapa das reações de fusão de hidrogênio que ocorrem no seu interior e, à medida que a luz passa através das camadas exteriores, os átomos dos elementos químicos presentes absorvem a luz em comprimentos de onda específicos," explica o Dr. Keller.

"O espectro da luz das estrelas traz impresso assim uma impressão digital química única, expressa em linhas de absorção que nos dizem quais elementos estão presentes nelas, e qual a sua abundância," conta ele.

No caso do Sol, há milhões de linhas de absorção, revelando a presença de todos os elementos e suas combinações.

A estrela recém-descoberta, porém, só mostra sinais de hidrogênio, carbono, magnésio e cálcio - virtualmente nenhum ferro, que deveria ter sido produzido conforme as reações de fusão da estrela vão produzindo elementos cada vez mais pesados.

"O teor de ferro do Universo aumenta com o tempo, conforme sucessivas gerações de estrelas se formam e morrem. [Assim,] podemos usar a abundância de ferro de uma estrela como um 'relógio' qualitativo que nos diz quando a estrela foi formada," explica Keller.

O cálculo resulta em 13,6 bilhões de anos.

Por que essa estrela nunca foi destruída nas "sucessivas gerações de estrelas" é algo ainda a ser explicado.

O fato é que ela tem realmente algo de especial, uma vez que os astrônomos afirmam ter analisado - computacionalmente, é claro - nada menos do que 60 milhões de estrelas para encontrar somente essa com tais características.

Por sorte, devido à proximidade que a estrela está da Terra, será possível tirar a prova das teorias procurando por planetas ao seu redor - se ela for mesmo tão velha, e pertencente à segunda geração de estrelas do Universo, nada sólido deverá ser encontrado em sua órbita, já que o disco estelar original da qual ela se formou não tinha elementos pesados.

Outra hipótese é que o cálculo da idade da Universo talvez não esteja correto.



Recentemente, assim que foi inaugurado, o telescópio ALMA mostrou descobertas questionadoras sobre a linha do tempo da formação estelar estabelecida pela teoria padrão, mostrando que talvez o Universo possa estar escondendo sua idade verdadeira.


(Fonte: Site Inovação Tecnológica)

24/12/2013

[Astronomia] Gráfico da NASA mostra mais de 1000 prováveis planetas habitáveis

Um novo objetivo da missão Kepler da Nasa foi detectar e observar 1.235 planetas com altas probabilidades de conter vida alienígena.

A imagem abaixo, conhecida como "gráfico", mostra todos os planetas detectados por Kepler, os quais estão sendo acompanhados no momento em que eles transitam em frente a estrela as quais orbitam. Com isso é possível obter informações como magnitude do planeta por meio da diminuição do brilho da sua "estrela-mãe":


Esta ilustração mostra todos os 1.235 planetas detectados pela missão Kepler da NASA, os quais são os maiores canditados a serem habitáveis. Crédito: Jason Rowe e equipe Kepler [ver gráfico ampliado].

O gráfico é uma criação do cientista Jason Rowe, o qual transmite descobertas de exoplanetas detectados por Kepler, indicando suas massas de forma clara e concisa. Astrônomos usam outros telescópios para acompanhar os resultados de Kepler, a fim de confirmar ou não se as estrelas de fato hospedam exoplanetas.


Até hoje, a missão Kepler descobriu 1.235 possíveis planetas, 54 desses situados na chamada “zona habitável”, uma distância em relação a estrela, qual propicie ao planeta condições de conter água na forma líquida.



(Fonte: LiveScience).

12/12/2013

[Astronomia] Imagens nunca vistas da superfície solar

A missão Iris, da agência espacial americana Nasa, capturou imagens da superfície "borbulhante" do Sol, onde as temperaturas podem chegar a dois bilhões de graus Celsius.


Visão esquemática do satélite IRIS.
O satélite da Iris detectou explosões de plasma que viajam a centenas de quilômetros por hora.

As descobertas foram apresentadas em um encontro da Sociedade Americana de Geofísica, na cidade de São Francisco.

Outras imagens detectadas pelo satélite:







19/10/2013

[Astronomia] Maior estrela conhecida do Universo

A maior estrela conhecida do Universo é a VY Canis Majoris, também conhecida como VY Cma, que fica a 5 mil anos-luz da Terra e tem 2,9 bilhões de quilômetros de diâmetro, porte 1800 a 2100 vezes maior que o do Sol. O diâmetro da superstar equivale a nove vezes a distância da Terra ao Sol!



Constelação de Cão Maior
Mas pode haver astros ainda maiores, já que hoje se conhecem "apenas" 70 septilhões de estrelas no Universo. 
A VY Canis Majoris fica na constelação de Cão Maior, na Via Láctea, e ganhou o nome da mitologia grega. 
Apesar do tamanho descomunal da Cma, não é possível vê-la da Terra - ela está morrendo e despejando parte de sua massa em uma nebulosa que encobre nossa visão. 


VV Cephei
O posto de vice-campeã vai para a VV Cephei, com diâmetro de 1600 a 1900 sóis. "Os valores variam porque os dados são coletados a partir de aproximações e comparações, são sempre cálculos indiretos", explica Augusto Damineli, professor do Instituto de Astronomia e Geofísica da USP.

Eta Carinae
No quesito massa, a vencedora é a Eta Carinae, possui 150 vezes mais massa que o Sol (1,9891 x 1030 kg do Sol, contra 298,365 x 1030 kg de Eta Carinae). 




Sirius
Tamanho nem sempre significa brilho - a mais brilhante daqui da Terra é o Sol - nem luminosidade - em que a LBV 1806-20 é campeã. O brilho está relacionado àquilo que podemos observar aqui da Terra; e a luminosidade é o brilho de fato, como se as estrelas fossem colocadas lado a lado e pudéssemos comparar sua intensidade. Depois do Sol, a estrela mais brilhante para nós é a Sirius, distante 8,57 anos-luz.

02/04/2013

[Curiosidade] O sinal “WOW!”

Não é segredo para ninguém que diversos cientistas se dedicam a tentar contato com outras civilizações em outros planetas, mesmo que estejam há muitos anos-luz de distância. Para isso usam poderosos radiotelescópios, que tentam detectar algum sinal "não natural" vindo de algum ponto do espaço. É uma busca ingrata e demorada, que até hoje não apresentou nenhuma prova da existência de inteligência extraterrestre. No entanto, em 1977, um misterioso sinal foi recebido aqui na Terra e é considerado até hoje o único sinal que possa ter sido emitido por uma civilização distante.

Era 15 de agosto de 1977 e como fazia todas as noites, o radio-astrônomo Jerry Ehman analisava os dados captados pelo radiotelescópio Big Ear, ou "Orelhão", da Universidade de Ohio.

Como de costume, a maioria dos sinais captados já eram bem conhecidos do pesquisador e não passavam de emissões provenientes de galáxias e satélites. De repente, um fraco sinal diferente dos demais começou a aumentar gradualmente de intensidade até atingir o pico, decaindo e desaparecendo em seguida. O tempo total de detecção foi de exatos 72 segundos e sua intensidade era tão grande que ultrapassou o limite da escala preparada para as observações.

Pego de surpresa e sem muito tempo para analisar cientificamente o fato, Ehman escreveu ao lado dos códigos que representavam os sinais, na folha impressa pelo computador, a intensidade do evento que acabara de presenciar: “WOW !”

Analisando a posição da antena, conclui-se que as ondas eletromagnéticas detectadas eram provenientes da constelação de Sagitário e tinha a freqüência de 1420,4556 MHz, correspondente à famosa linha de 21 cm do hidrogênio, também chamada de “janela da água” em radioastronomia.

A estrela mais próxima que existe naquela direção está a pelo menos 220 anos-luz de distância. Desse modo, se o sinal partiu mesmo daquela região, foi um evento astronômico de gigantesca potência e que até hoje não foi identificado pelos cientistas.


Sinal Diferente

No entanto, o que mais intrigou os pesquisadores e tornou o sinal "wow" particularmente interessante, foi o modo como cresceu e diminui de intensidade durante os 72 segundos de duração. Por que?

O radiotelescópio Big Ear não é giratório e sim fixo no solo. Seu movimento de varredura é dado pela própria rotação da Terra e capta os sinais provenientes do espaço através de um feixe de recepção bastante estreito apontado para o infinito. Como em todas as antenas parabólicas ou direcionais, a sensibilidade é maior na região central do feixe, diminuindo nas laterais. Assim, sempre que uma fonte de rádio vinda do espaço cruzava o radiotelescópio, essa aumentava de intensidade quando a rotação da Terra trazia o sinal para o centro do feixe e diminuía logo em seguida.

No caso do Big Ear, a largura desse feixe de recepção era extremamente estreita, com 8 minutos de arco e qualquer sinal que viesse do espaço levava sempre 72 segundos para atravessar o feixe. E foi exatamente isso o que ocorreu naquela noite.


Descartando hipóteses

Se o radiotelescópio tivesse sido alvo de algum sinal da Terra a intensidade iria crescer quase que imediatamente e diminuir também de forma abrupta. Por outro lado, se o sinal fosse proveniente de algum satélite terrestre também não apresentaria o intervalo de detecção de exatos 72 segundos.

Alguns poderiam supor que algum engraçadinho quisesse enganar os pesquisadores, simulando uma transmissão clandestina na faixa da linha do hidrogênio, mas dadas as características do sinal essa hipótese também foi descartada. Como explicado, a antena do radiotelescópio é fixa e possui o feixe de recepção extremamente estreito. Para se ter uma idéia, são necessários quase 6 minutos de varredura para cobrir uma região do céu de tamanho angular igual à Lua. Em outras palavras, o engraçadinho teria que ir ao espaço, permanecer imobilizado, ligar seu transmissor e esperar a Terra posicionar a antena do radiotelescópio à sua frente.

Para ser considerado como vindo de um ponto fixo no espaço, o sinal deveria crescer, atingir intensidade máxima e decair conforme a rotação da Terra movimentasse a antena. Além disso, deveria estar na freqüência da linha do hidrogênio, sugerida para tentar contatos extraterrestres. O sinal "WOW" cumpriu todos esses requisitos, caracterizando-o como uma verdadeira emissão vinda de uma fonte fixa do céu, mas de origem desconhecida.

Naquela ocasião, o próprio observatório levantou a hipótese de que o sinal poderia ser o reflexo de uma transmissão terrestre, rebatida em algum satélite geoestacionário, mas nenhum satélite encontrava-se naquela posição do céu no momento do evento.

Pelas razões apresentadas o sinal "Wow" é um forte candidato SETI (Search for Extra-Terrestrial Intelligence) já que ao que tudo indica, veio de fato do céu e não foi causado por interferência humana.


Dois feixes - Um Sinal

No entanto, um pequeno detalhe pode afetar o otimismo dos pesquisadores.

O radiotelescópio da Universidade de Ohio utilizava dois feixes para fazer a varredura, ambos situados lado a lado. Qualquer fonte de sinais que viesse do espaço seria captado no primeiro feixe por exatos 72 segundos e 3 minutos depois também seria detectada pelo segundo feixe por 72 segundos, mas isso não aconteceu.

Desde então, diversas experiências foram feitas em diversos comprimentos de ondas, sempre focadas na mesma direção do céu. Receptores mais sensíveis foram utilizados e diversos intervalos de tempo foram escolhidos na tentativa de se captar algum sinal periódico, mas desde 1977 nenhum sinal que chamasse a atenção foi detectado. Até agora, mais de 30 anos depois, não se chegou a uma explicação lógica sobre a origem do famoso sinal WOW.


Por que o Hidrogênio

Todos sabem que o hidrogênio é o elemento mais abundante do Universo. Sua freqüência natural de emissão é 1420,4556 MHz, também chamada de linha de 21 cm ou “janela da água”. Por ser o elemento em maior quantidade no universo, acredita-se que essa também seja a freqüência mais óbvia para se tentar algum contato com outras civilizações, tanto para transmissão como para recepção de sinais. Em 1977 o sinal WOW foi detectado exatamente nessa frequência.


Fonte:

27/05/2007

[Astronomia] Saturno




Vista de Saturno em suas cores naturais, obtidas pela composição de uma série de imagens obtidas pela sonda Cassini-Huygens.



A sonda Cassini-Huygens faz parte de um projeto da Nasa e da ESA (uma agência espacial européia) e tem o intuito de estudar o planeta Saturno e suas luas.
A nave espacial projetada neste projeto consiste de dois elementos principais: a Cassini orbiter e a sonda Huygens. Foi lançada em 15 de outubro de 1997 e até hoje está na órbita de Saturno (desde 1º de julho de 1997).

Uma das luas de Saturno que mais chama atenção os astônomos é a Titan. Utilizando-se de instrumentos de radar, obteram a imagem de sua superfície, revelando canais, ilhas, baías (tipico de litorais terrestres) e um mar (de um líquido composto de metano de etano). Isto mostra que Titan é o objeto do sistema solar, já observado, que se assemelha mais com a Terra.


















Imagens de uma das luas de Saturno, sua superfície e uma visão geral da Titan, respectivamente. (fonte: nasa.gov)

Os principais objetivos da Cassini são:
  1. determinar a estrutura tridimensional e comportamento dinâmico dos anéis;
  2. determinar a composição das superfícies e a história geológica dos satélites;
  3. determinar a natureza e origem do material escuro do hemisfério dianteiro de Iápeto.
  4. medir a estrutura tridimensional e comportamento dinâmico da magnetosfera.
  5. estudar o comportamento dinâmico das nuvens de Saturno;
  6. estudar a vulnerabilidade temporal das nuvens e a meteorologia de Titã;
  7. caraterizar a superfície de Titã a uma escala regional.
(fonte: pt.wikipedia.org)

Ver também