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18/11/2013

[Curiosidade] Fatos impressionantes sobre o nosso corpo

Nesta postagem serão mostradas algumas curiosidades sobre o nosso corpo, o qual a cada ano, 98% dos átomos serão substituídos!






O estômago



Recriação artística dos neurônios.
Uma rede que existe no cérebro,
mas também no estômago.
O nosso estômago tem de produzir uma nova camada de muco de 2 em 2 semanas. Caso contrário digeria-se a ele próprio.

Além disso, o estômago tem mais neurônios do que muitos animais têm no cérebro. Sua coleção de neurônios é tão complexa, que alguns chamam de “segundo cérebro”. Ele é capaz de pensar por si próprio, o que significa que você pode digerir os alimentos sem ter que pensar sobre isso. [Mais detalhes] 



Somos tão peludos quanto um chimpanzé



Esta afirmação pode parecer falsa logo que você se olha no espelho (a menos que você sofra de hipertricose), mas você é realmente tão peludo quanto um dos primatas. Assim como os chimpanzés, que têm pelos por todo o corpo, o nosso é mais fino e curto do que dos nossos primos peludos. Por centímetro quadrado, temos uma média de 500-1000 folículos pilosos.


Você ajuda o vírus



Uma das maiores surpresas descobertas pelo Projeto Genoma Humano foi exatamente saber como colaboramos com os vírus. Os vírus não podem se reproduzir por conta própria – assim, eles inserem o seu DNA em uma célula hospedeira, a fim de ser copiado. Se o vírus insere-se em uma célula de esperma ou ovo, em seguida, a descendência resultante pode transportar o DNA do vírus em cada uma das sua células. Isso já aconteceu tantas vezes na evolução humana que não menos de 9% de nosso genoma é diretamente derivado do vírus.


Você não pode fazer cócegas em si mesmo



… A menos que você tenha esquizofrenia. Cócegas foi pensada para ser parte fundamental do vínculo humano, especialmente entre as crianças e seus pais. Mesmo quando crescem, a maioria das pessoas nunca superam a contração nervosa e o riso que vem quando são tocadas em certas partes. No entanto, como sabemos, não podemos agradar a nós mesmos, uma vez que nosso cérebro sabe exatamente o que esperar. Para esquizofrênicos, no entanto, não é tão fácil de reconhecer o toque como pertencente a si mesmos – muitos vão rir.


Seu corpo é mais jovem do que você



Você está mudando o tempo todo. Você inala, respira, come e excreta. A maior parte dos tecidos do seu corpo está em constante renovação. Acredita-se que a idade média de todas as células do corpo de um adulto podem ter apenas de 7 a 10 anos. No entanto, isso leva a um questionamento interessante, muito debatido por filósofos: se cada parte de você é diferente hoje, você ainda é a mesma pessoa de quando nasceu?

Você é praticamente cego



Infelizmente, seus olhos têm uma falha de design: ambos têm um ponto cego. Este ponto cego é grande o suficiente para causar problemas para aqueles que perdem a visão de um olho. Felizmente, para a maioria de nós, o fato de termos dois olhos significa que os pontos cegos passam despercebidos.


Você pode contar sem contar



Quando você é apresentado a um grupo de até quatro objetos, você não precisa contá-los para descobrir quantos são. Para estes grupos pequenos, você tem uma compreensão instintiva do número de itens. Os membros da tribo Pirahã no Brasil não têm quaisquer números em sua língua, e por isso eles são incapazes de contar – nem mesmo os pirahã são capazes de compreender números até quatro – não usam números, mas quantidades relativas. [Mais detalhes sobre essa tribo]


Você tem listras



Muitos mamíferos têm listras: os gatos podem ter listras muito claras, ou manchas. Os seres humanos não são diferentes – simplesmente nossas listras são geralmente invisíveis. Normalmente, você pode ver estas listras, linhas de Blaschko, quando uma doença afeta um tipo de célula.

09/06/2010

[Nanotecnologia] Novo microscópio mostra vírus em escala atômica pela primeira vez

Cientistas da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, conseguiram fotografar a estrutura de um vírus com uma resolução tão alta que é possível efetivamente "ver" os átomos que formam o vírus.

Esta é a primeira pesquisa a relatar a realização de uma imagem biológica com esta resolução.


Nanômetros e ângstroms

A equipe do professor Hong Zhou aprimorou um microscópio crio-eletrônico, no qual as amostras são observadas em temperaturas extremamente baixas, tornando-o capaz de fazer imagens com uma resolução de 3,3 ângstroms.

Um ângstrom (10-10 metros) é a menor divisão de um elemento químico e equivale mais ou menos à distância entre dois átomos de hidrogênio em uma molécula de água.

Em um microscópio óptico convencional, uma imagem ampliada da amostra é obtida por meio de uma lente. Mas algumas amostras são pequenas demais para difratar a luz visível, que tem comprimentos de onda entre 500 e 800 nanômetros - de 5.000 a 8.000 ângstroms.

Ou seja, todo o campo da nanotecnologia, situado em dimensões entre 1 e 100 nanômetros, está fora do alcance visual dos microscópios tradicionais.

Microscópios eletrônicos

Para visualizar objetos na escala abaixo dos 500 nanômetros os cientistas precisam de outras ferramentas, como os microscópios eletrônicos, os microscópios de força atômica, ou os microscópios crio-eletrônicos.

Com o microscópio eletrônico, um feixe de elétrons é disparado na amostra, passando através das áreas vazias e refletindo-se nas áreas mais densas. Uma câmera digital capta os elétrons que atravessam para criar uma projeção bidimensional da amostra.

Repetindo este processo centenas de vezes, em ângulos diferentes, um programa de computador consegue construir uma imagem tridimensional da amostra com uma resolução muito alta.

Microscópio crio-eletrônico

O microscópio crio-eletrônico funciona segundo este princípio, mas ele também congela instantaneamente a amostra antes de fazer as observações, o que permite que amostras biológicas sejam imageadas em seu ambiente nativo de forma mais simples, sem exigir o desenvolvimento de cristais.

"Este é o primeiro estudo a determinar uma estrutura em resolução atômica usando apenas um microscópio crio-eletrônico. Ao demonstrar a eficácia dessa técnica de microscopia, nós abrimos as portas para uma grande variedade de estudos biológicos," diz Xing Zhang, que coordenou os experimentos.

Vírus em escala atômica

Os vírus podem ser classificados em dois tipos: envelopados e não-envelopados. Vírus com envelope, que incluem os vírus da gripe e o HIV, são circundados por uma membrana semelhante a um envelope que os vírus usam para se fundir a uma célula e infectá-la.

Os vírus sem envelope não têm essa membrana, usando uma proteína para se fundir com a célula a ser infectada. Esse processo de infecção só agora começa a ser compreendido, graças à nova imagem de alta resolução obtida com o microscópio crio-eletrônico melhorado.

O entendimento da sua estrutura dos vírus não-envelopados em nível atômico facilitará as pesquisas para o desenvolvimento de novos medicamentos, uma vez que os cientistas poderão ter novos insights sobre como alvejá-los.


(Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br)

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