Frase do dia

Mostrando postagens com marcador morte. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador morte. Mostrar todas as postagens

28/03/2022

[Curiosidade] 39 Informações, curiosidades e fatos estranhos sobre a morte

Selecionei de diversos sites 39 informações, curiosidades e fatos estranhos  sobre a morte. Escreva nos comentários quais deles você achou mais estranho. 


1. 102 pessoas morrem por minuto no mundo. Detalhe: a maioria são homens. 

2. Quando uma pessoa morre, o último sentido em fenecer é audição. O primeiro costuma ser a visão, seguido do paladar, o olfato e o tato.

3. O corpo demora meses para se decompor. Hoje em dia, porém, a decomposição é mais lenta devido aos conservantes contidos nos alimentos.

4. A cor negra é associada à morte e ao luto na cultura ocidental. Em alguns países do Oriente, a cor do luto é o branco. 

5. Na mitologia grega, a morte é personificada por Tânatos. Na psicanálise, Tânatos é a “pulsão da morte”, impulso inconsciente que busca a destruição e o fim total da vida. 

6. O deus grego do mundo inferior e dos mortos era Hades. Seu equivalente romano era Plutão. 

7. Os muçulmanos são normalmente enterrados sem caixão. O corpo é envolto em três peças de roupa (dois para as mulheres) e sepultado com a cabeça virada para Meca.

8. Embora não seja muito comum no Brasil, a cremação é uma prática funerária antiga e disseminada. Foi adotada por gregos, romanos e outros povos. Atualmente, é mais comum na Índia. 

9. A cremação é prática usual no budismo. Como em outras religiões, os budistas não estimulam o luto. Durante o velório, uma altar com uma imagem do Buda é montado. Há oferenda de flores e frutas, além de queima de incenso. Um monge recita sutras e conduz as bênçãos. Uma detalhe curioso: os budistas recomendam não chorar alto junto ao corpo para não perturbar o morto. 

10. A São Paulo do século XVIII costumava sepultar os mortos em suas igrejas. Eles eram enterrados sem caixão e em covas muito rasas. Aliás, eram tão rasas que não era incomum alguém pisar ou tropeçar nos ossos. O chão era de terra batida e era usado tanto para a sepultura quanto para a prece.
O Dia da Morte; pintura de William-Adolphe Bouguereau (1825-1905)
11. Se quiser ir para o espaço depois de morto, contrate a empresa norte-americana Celestis. Ela envia suas cinzas para dar uma voltas no vácuo por apenas U$ 995 a grama. Sete gramas é um pouco mais caro: U$ 5300. As cinzas irão para o espaço de carona em foguetes russos lançados no Cazaquistão.

12. Agora, se você deseja virar uma transparente e reluzente pedra preciosa depois de morto, contrate os serviços da suíça Algordanza. A empresa é especializada em transformar cinzas humanas em diamantes. Primeiro, a cinza vira carbono e depois, grafite. Submetido a uma temperatura de 1 700 ºC, o material vira diamante num período de quatro a seis semanas. Na natureza, o processo levaria milhões de anos.

13. A pena de morte ainda é praticada em cerca de 90 países. Estados Unidos, China, Arábia Saudita, Índia, Ruanda, Irã, Egito, Bielorrússia, Vietnã, Taiwan, Afeganistão, Jordânia são alguns desses países. Os campeões em número de prisioneiros executados são China, Estados Unidos e Irã. 

14. Apesar de serem largamente utilizadas no passado, as execuções por precipitação, empalação, retalhamento, fogueira e guilhotina não são mais utilizados nos dias atuais. A guilhotina, por exemplo, foi usada na França até o ano de 1981.

15. A morte por precipitação foi largamente utilizada na América pré-colombiana, principalmente em rituais de sacrifício. As vítimas eram jogados de um penhasco. Mas há casos recentes de execução por precipitação no Iraque e no Irã.

16. A execução por degola era comum em várias culturas. Uma delas é a mochica, um povo que viveu no atual território do Peru. Os mochicas praticavam a degola ritual. O condenado (geralmente um guerreiro) tinha a garganta cortada e o sangue recolhido em um recipiente e bebido pelos sacerdotes. 

17. A execução por “esmagamento por elefante” pode ser muito incomum e estranha, mas é pratica em países do Sudeste Asiático como Indonésia. Trata-se de uma execução bem simples: o réu tem a cabeça esmagada pela pata do elefante. Um brasileiro foi recentemente condenado a esse tipo de morte na Indonésia. 

18. Em se tratando de mortes bizarras, veja essas estatísticas: 100 pessoas morrem por ano engasgadas com lápis, 200 morrem afogadas em banheiras e outras 200 atingidas por raios. Detalhe: essas estatísticas são de mortes ocorridas nos Estados Unidos. 

A Lição de Anatomia do Dr. Tulp. Rembrandt, 1632.19. Uma das mortes mais bizarras de que se tem notícia foi a de um sujeito que não se sabe de onde é e muito menos o nome. A única certeza é que, bêbado, ele tentou entrar em casa pela janela da cozinha e acabou ficando preso. Na tentativa desesperada de se soltar, abriu a torneira da pia e morreu afogado. Na pia.

20. Outra morte bem bizarra foi a do norte-americano Ismael, 25 anos. Ele perdeu o controle do veículo que dirigia, bateu num poste e tentou se livrar dos fios que obstruíam a porta... com uma tesoura! Ismael morreu eletrocutado. 

21. A morte de Tamar não foi menos bizarra. Ela simplesmente soltou o cinto de segurança e ficou em pé em uma das mais temidas montanhas-russas do mundo. O trenzinho disparou e Tamar ficou para trás... quer dizer, foi para o chão. 

22. E o que dizer do sujeito que foi encontrado morto com ferimentos de faca na porta de casa? Aconteceu no Reino Unido. Ele comprou uma jaqueta nova, perguntou para a esposa se ela seria à prova de facas e... foi achado morto. Tudo indica que a jaqueta não era à prova de facas. 

23. O que você quer ser quando morrer? Há várias opções,
uma delas é peça de museu. Criador da plastinação (uma técnica que substitui os líquidos do corpo por uma resina que o preserva por até 10 mil anos), o anatomista alemão Gunther von Hagens usa os cadáveres, não como obras de arte, mas para ensinar anatomia. Exibidos em museus de todo o mundo, inclusive no Brasil, eles já atraíram 12 milhões de curiosos. 



24. E que tal usar seu corpo para pesquisa ou ensino? Quase todas as universidades e faculdades de medicina aceitam a doação. Você pode seguir o exemplo de uma paulistana vítima de atropelamento. Em seu testamento, ela pediu que seu corpo fosse doado para pesquisa, desejo que foi realizado sem questionamentos dos familiares. 

25. Muitos brasileiros já manifestaram o desejo de, depois de mortos, doar seus corpos. Se depender deles, não faltarão cadáveres no mercado. Mas nem sempre foi assim. Corpos estiveram em falta. Sem seus objetos de estudo, muitos anatomistas e aproveitadores apelaram roubando cadáveres de cemitérios. Para "descansarem em paz", as pessoas chegavam a ser sepultadas dentro de dois ou três caixões em túmulos de ferro. O cúmulo do absurdo aconteceu na Inglaterra do século XIX, quando dois sujeitos passaram a cometer crimes em série apenas para vender os cadáveres para anatomistas. 

26. Se não quiser "passar a eternidade" em um laboratório, você pode... digo, seu corpo pode ir para uma pista de testes de automóveis. Lá os cadáveres são atropelados, jogados sobre automóveis em movimento e colocados em carros prestes a bater em alta velocidade. Tudo para garantir a segurança dos automóveis. Segundo os engenheiros da Universidade Estadual de Wayne, Michigan, que conduz as pesquisas, 147 vidas são salvas para cada cadáver utilizado no aperfeiçoamentos dos airbags

27. Outra opção não menos estranha: usar o corpo para testar a eficiência de coletes a provas de balas. Algumas instituições utilizam cadáveres humanos para pesquisar o impacto de balas no corpo e para criar mecanismos que não só ajudam a proteger vidas, como a matar.

28. Por último, você pode muito bem ser um "morto abandonado". A causa é aparentemente nobre. Pesquisadores forenses abandonam cadáveres dentro de automóveis, encostados em pedras e deitados na grama só para vê-los apodrecer. Eles querem entender quanto tempo um corpo demora para se decompor, como ocorre o processo de decomposição e quais os estágios dos insetos que se alimentam dele. Dessa forma, pretendem ajudar na solução de crimes. 

29. A morte do compositor russo Tchaikovsky ocorreu em circunstâncias bastante misteriosas. Acreditava-se ele teria induzido a própria morte bebendo a água contaminada da cidade de São Petersburgo, que na época passava por uma epidemia de cólera. Mas, recentemente, pesquisadores reuniram provas de que o compositor tenha se suicidado por envenenamento. Outra hipótese ainda mais recente afirma que é possível que Tchaikovsky tenha sido assassinado. 

30. Embora muitos biógrafos discordem da verdadeira causa da morte da atriz Marilyn Monroe, acredita-se que ela tenha se suicidado ingerindo uma grande quantidade de álcool misturada com drogas. Antes de morrer, Marilyn passava por forte crise depressiva.

31. Yukio Mishima, escritor e dramaturgo nascido no Japão, matou-se praticando o haraquiri, uma espécie de suicídio ritualístico japonês. No haraquiri (ou seppuku), após cravar uma espada no abdômen, o suicida é imediatamente decapitado por uma segunda pessoa. Dessa forma, não há como o suicida sobreviver.

32. Passados 11 anos de sua morte, descobriu-se que a cabeça do compositor Haydn havia desaparecido. O crânio de Haydn só foi encontrado 86 anos depois de seu falecimento.

33. O túmulo do ex-líder do grupo de rock The Doors, Jim
Morrison, é, até hoje, um dos mais visitados do cemitério Pere-Lachaise, de Paris. Os milhares de fãs que o visitam todos os anos costumam depositar flores, cartas e até uísque na sepultura. Por conta disso, a administração do cemitério ameaçou várias vezes despejar Jim Morrison do local. 

34. O túmulo do cantor Elvis Presley é um dos mais visitados do mundo. No aniversário de sua morte, milhares de fãs acorrem à mansão onde Elvis viveu para prestar homenagens ao Rei do Rock. O local é preservado como um santuário. A devoção chegou a tal ponto que alguns acreditam que esteja surgindo uma nova religião com Elvis Presley como objeto de culto. 

35. Centenas de pessoas costumam se reunir no Central Park, em Nova York, para lembrar a morte do músico John Lennon. O encontro sempre ocorre no início de dezembro, em frente ao prédio onde Lennon foi assassinado. Os fãs depositam flores, acendem velas e cantam os maiores sucessos do cantor. Detalhe: Lennon foi morto por um fã. 

36. O funeral de Victor Hugo foi um dos mais impressionantes que a França já viu. O corpo foi velado sob o Arco do Triunfo e o cortejo acompanhado por mais de um milhão de pessoas. O panteão dos heróis da França foi reaberto para receber os restos mortais do escritor que na época era considerado um herói nacional.

37. O Brasil inteiro se comoveu com o súbito falecimento da cantora Carmen Miranda. O velório e o enterro foram acompanhados por cerca de 500 mil pessoas. Enquanto chorava e lamentava a morte de Carmen, o povo cantava na surdina os principais sucessos da cantora. A multidão era tamanha que, passado o enterro, 75 sepulturas do cemitério ficaram danificadas. 

38. Atendendo ao desejo do compositor, o corpo de Chopin foi enterrado na França com terra polonesa e seu coração enviado para Varsóvia. Chopin nasceu no interior da Polônia, terra que amava tanto quanto a França, onde viveu grande parte de sua vida.

39. Você sabe o que significa Post mortem Photos? É o hábito de fotografar os mortos no caixão. Os familiares costumavam guardas as fotos de lembrança. A prática foi muito comum na Europa do século XIX e, até recentemente, no Nordeste brasileiro.








21/03/2022

[Curiosidade] 15 fatos assustadores sobre o desastre de Chernobyl (Ucrânia)

O acidente nuclear de Chernobyl ocorreu dia 26 de abril de 1986, na Usina Nuclear de Chernobyl  na Ucrânia (então parte da União Soviética). É considerado o pior acidente nuclear da história, produzindo uma nuvem de radioatividade que atingiu a União Soviética, Europa Oriental, Escandinávia e Reino Unido, com a liberação de 400 vezes mais contaminação que a bomba que foi lançada sobre Hiroshima. Grandes áreas da Ucrânia, Bielorrússia e Rússia foram muito contaminadas, resultando na evacuação e reassentamento de aproximadamente 200 mil pessoas.

1. O desastre de Chernobyl continua sendo o único incidente nível 7 na Escala Internacional de Eventos Nucleares (INES), tornando-se o maior desastre provocado pelo homem em toda a história.

2. Não é de se surpreender que o acidente custou a União Soviética centenas de bilhões de dólares.

3. 800.000 homens arriscaram suas vidas para se expor à radiação a fim de conter a situação. 25.000 deles morreram e 70.000 estão inativos.

4. 20% dessas mortes foram suicídios.

5. O grupo ambientalista Greenpeace coloca o eventual número de mortos em 93 mil por câncer no mundo inteiro.

6. Algumas pessoas voltaram para a área afetada com as suas famílias, a fim de tirar proveito do benefício de compensação do governo.

7. Há planos de usar as áreas imediatamente em torno do reator para atividades como processamento de resíduos radioativos ou o desenvolvimento de reservas naturais.

8. Mais de 5 milhões de pessoas vivem em áreas que são consideradas "contaminadas" com material radioativo do acidente.

9. A região tornou-se um dos santuários da vida selvagem mais exclusivos do mundo, com prósperas populações de lobos, veados, castores, águias e outros animais.

10. O vazamento de radiação fez com que uma floresta próxima ganhasse uma cor de gengibre brilhante. Assim, a floresta foi nomeada "Floresta Vermelha".

 11. De acordo com o Nuclear Regulatory Comission (NRC), 28 dos trabalhadores de Chernobyl morreram nos quatro meses após o acidente.

12. O Greenpeace espera até 60 mil casos de câncer de tireoide causados pelo incidente

13. Cerca de 97% do material radioativo permanece em um sarcófago em ruínas.

14. 200 toneladas de materiais radioativos estão ainda dentro do reator.

15. Autoridades dizem que pode demorar até 100 mil anos antes que o local esteja completamente livre da radiação.

03/07/2021

[Biologia] As 5 plantas extremamente venenosas encontradas no Brasil

Dá para citar pelo menos uma dezena de plantas mortais, com toxinas venenosas que podem matar quem entrar em contato com elas. Mas não dá para fazer um ranking incontestável das mais venenosas porque: 

1) O efeito da toxina varia muito de pessoa para pessoa - as vítimas mais resistentes podem ter apenas vômitos ou outras reações menos pesadas; as mais fracas podem morrer.

2) A quantidade de veneno capaz de causar problemas ao ser humano muda de planta para planta. 

3) Existem várias formas de contágio: comendo a planta, tendo contato pela pele e até cheirando o perfume que ela exala. 

Em uma reportagem da revista Mundo Estranho foi montada uma lista com cinco espécies super letais, encontradas em várias partes do mundo e também aqui no Brasil:


1. COMIGO-NINGUÉM-PODE (Dieffenbachia picta Schott)

POR QUE É TÓXICA: porque o caule e as folhas têm cristais de oxalato de cálcio, substância que provoca inflamações no corpo

EFEITOS: quando mastigada, a planta fere as mucosas da boca, faringe e cordas vocais. A inflamação causa inchaços que impedem a passagem do ar e podem levar à asfixia


2. JEQUIRITI (Abrus precatorius L.)

POR QUE É TÓXICA: porque tem sementes vermelhas com uma substância chamada abrina, que mata quando mastigada

EFEITOS: a abrina provoca a aglutinação das células vermelhas do sangue, formando coágulos e impedindo a circulação corpórea


3. PINHÃO-DE-PURGA (Jatropha curcas L.)

POR QUE É TÓXICA: porque contém ricina nas sementes

EFEITOS: causa aglutinação das hemáceas e dificuldade de circulação do sangue. A ingestão de quatro ou mais sementes de pinhão-de-purga pode causar a morte


4. MAMONA (Ricinus communis L.)


POR QUE É TÓXICA: porque a semente tem ricina, uma toxina letal quando ingerida

EFEITOS: assim como a abrina, a ricina causa coágulos sanguíneos. Há casos de morte de crianças que ingeriram uma única semente, e de adultos que comeram duas delas. Em casos menos graves, a toxina ocasiona queimação na garganta, vômitos intensos, taquicardia e diarréia


5. MANDIOCA-BRAVA (Manihot utilissima Pohl)

POR QUE É TÓXICA: suas raiz e suas folhas possuem linamarina, uma substância tóxica que pode matar quem comer a planta

EFEITOS: nas intoxicações mais pesadas, a linamarina causa asfixia e convulsões, que se não forem tratadas podem ser fatais

_________
Fonte: 
Revista Mundo Estranho, Suzana Paquete   
Plantas Venenosas e Animais Peçonhentos, de Samuel Schvartsman


06/01/2014

[...] Questionável

Tudo é questionável desde o momento em que abrimos os olhos de manhã... Que horas são?

O dia passa junto com a vida: o tempo também é questionável pois nunca sabemos como controlá-lo.

Iniciamos os estudos fazendo perguntas e encerramos nossa vida acadêmica questionando ainda mais ou ainda menos, porém com muito mais intensidade.

Tudo é questionável... Do nascimento até a morte. A última é ainda mais questionável que a primeira, já que queremos, na maioria das vezes, saber "para onde vamos?" do que "de onde viemos?".

Aonde? Onde? Quem? Quando? Por que? Como? Tudo é questionável, até os sentidos dessas palavras...

03/01/2014

[Curiosidade] Tipos de pena de morte que ainda são usados em alguns países

Usada por muitos governos e impérios para coibir crimes considerados hediondos, a execução ordenada pelo Estado ainda é praticada em muitas nações, como Iraque e EUA. A condenação varia de acordo com as leis de cada país e inclui, em alguns casos, até menores de idade. O apedrejamento, prática comum, sobretudo em Estados do Oriente Médio, ainda é considerado legal no Irã e na Arábia Saudita, por exemplo. Conheça os principais métodos de execução usados atualmente e os países que mais matam cidadãos no mundo.

Apedrejamento

Como mata - A vítima é envolvida dos pés à cabeça em um tecido branco e colocada numa vala. Como em geral é aplicada em crimes de honra praticados por mulheres de países muçulmanos, os carrascos são homens – membros da família e da comunidade local. Eles fazem um círculo em volta da vítima e pegam as pedras, que não devem ser muito grandes (para evitar desmaios rápidos). Todo o ritual é conduzido para assegurar uma morte lenta e dolorosa. Quem começa o ritual é o juiz da sentença, seguido pelos jurados e pelo público.

Como morre - As pedradas geram um monte de traumas por todo o corpo do condenado, mas a morte se dá geralmente pelas pedradas na cabeça – que provocam fortes hemorragias intracranianas. Entre a primeira pedra atirada e a morte da vítima, costuma transcorrer mais de uma hora.

Grau de sofrimento - Máximo.

Onde é aplicada - Irã, Nigéria, Paquistão e Arábia Saudita, entre outros países.

Fuzilamento

Como mata - Um pelotão de fuzilamento fica disposto a cerca de 6 metros de distância da vítima e dispara simultaneamente tiros de armas de fogo contra ela, que é vendada e tem seus pés e mãos amarrados. A posição de morte pode ser sentado ou em pé. Nenhum membro do grupo armado pode deixar de atirar. É muito aplicada em execuções de crimes de guerra – até países que não aplicam a pena de morte em outras circunstâncias, como o Brasil, preveem o fuzilamento militar.

Como morre - Pelo fato de os tiros partirem de diversas direções e alturas, a vítima sofre lesões em vários órgãos do corpo ao mesmo tempo. A morte se dá por hemorragia ou por lesão direta pelo projétil no sistema nervoso central, no caso de uma bala atingir a cabeça de imediato. O condenado leva cerca de dois minutos para morrer.

Grau de sofrimento - Médio.

Onde é aplicada - Indonésia, EUA, China, Somália, Taiwan, Uzbequistão, Guatemala e Vietnã, entre outros países.

Cadeira elétrica

Como mata - O condenado tem o corpo todo depilado (para evitar pelos em chamas). Ele é preso com cintas na cadeira. Eletrodos com esponjas embebidas em solução salina são ligados às pernas e à cabeça – para fechar o circuito – e um capacete de metal é colocado no crânio para conduzir corrente elétrica. O prisioneiro é então vendado. Pelo menos dois choques de 500 a 2 mil volts são aplicados durante cerca de 30 segundos. Se o condenado sobrevive, o processo é repetido quantas vezes for necessário.

Como morre - A descarga interrompe funções vitais, como o controle dos batimentos cardíacos e do ritmo respiratório – e também deixa o condenado inconsciente. No momento do choque, todos os músculos do corpo da vítima se contraem e ocorre arritmia e parada cardíaca.

Grau de sofrimento - Variável. Se a morte ocorrer no primeiro choque, o sofrimento é médio. Se for preciso mais de uma descarga elétrica, o condenado sofre muito.

Onde é aplicada - Nos EUA.

Forca

Como mata - Primeiro, é feito um ensaio com um saco de areia do mesmo peso do condenado para saber que comprimento da corda causará uma morte rápida. Se ela for longa demais, poderá arrancar a cabeça. Muito curta, pode causar asfixia, o que prolonga a agonia por até 20 minutos. A corda é fervida e torcida para que não enrole ou fique torta. O nó é lubrificado com sabão para garantir o deslizamento. Um alçapão é aberto sob o prisioneiro, que cai e fica pendurado pela corda no pescoço.

Como morre - Há dois tipos de morte por enforcamento. Quando a corda que prende o condenado é longa, ocorre fratura das vértebras cervicais e lesão da medula espinhal. Nesse caso, a morte se dá em menos de um minuto. Na morte por asfixia, demorada, há convulsões – e o prisioneiro urina e defeca.

Grau de sofrimento - Baixo (em condições normais) a alto (em caso de corda muito curta).EUA (apesar de ainda ser prevista em lei, não é usada desde 1996), China, Guatemala e Iraque, entre outros países.

Onde é aplicada - EUA (apesar de ainda ser prevista em lei, não é usada desde 1996), China, Guatemala e Iraque, entre outros países.

Injeção letal

Como mata - A primeira etapa da execução é amarrar o condenado a uma maca. Depois, um membro do comitê de execução põe sensores de batimento cardíaco em seu corpo. Duas sondas são inseridas em veias dos braços. Uma injeta soro fisiológico, que depois será substituído por veneno. A outra só é acionada em caso de falha no sistema principal. Quando a execução é autorizada, a sonda injeta um sedativo. O condenado dorme, recebe curare e, por fim, cloreto de potássio.

Como morre - Quando recebe o curare, o corpo da vítima sofre paralisia em todo o sistema muscular, incluindo o diafragma, músculo responsável pela respiração. Após a injeção do cloreto de potássio, há a parada cardíaca e a morte. O tempo médio para o falecimento varia de 5 a 7 minutos, embora o procedimento todo dure uns 45 minutos.

Grau de sofrimento - Mínimo.

Onde é aplicada - EUA - 37 dos 38 estados que têm pena de morte usam esse tipo de execução –, China e Guatemala, entre outros países.

Decapitação

Como mata - Nos países em que ainda é praticado, o método utiliza a espada para matar. O condenado é geralmente vendado e pode ficar sentado ou deitado. Quando apenas um golpe de espada é suficiente para decapitar a vítima, ela perde a consciência em segundos. No entanto, devido ao fato de os músculos e as vértebras do pescoço serem rijos, a decapitação pode exigir mais espadadas.

Como morre - A morte ocorre porque a medula espinhal, que abriga células que transmitem impulsos vitais do cérebro para os órgãos, é cortada. Assim, batimentos cardíacos e respiração cessam instantaneamente, e a consciência dura menos de 3 segundos.

Grau de sofrimento - Mínimo, se o carrasco mandar bem e cortar a cabeça num só golpe. Cada espadada extra aumenta o sofrimento.

Onde é aplicada - Arábia Saudita, China, Guatemala e Iraque.





05/12/2013

[História] As 5 mortes mais bizarras de pessoas que ficaram marcadas na história por seus feitos

1. Morreu por rechear um frango


Francis Bacon foi uma das pessoas mais influentes do século XVI. Político, filósofo, escritor e cientista, inclusive houve rumores que havia escrito algumas das obras de Shakespeare. Porém todo esse brilhantismo não o salvou de uma morte um tanto quanto idiota. O sujeito morreu recheando uma galinha com neve. Em uma tarde de 1625, Bacon estava olhando uma tormenta de neve e pensou que a neve poderia conservar a carne da mesma forma que o sal. Decidido a provar, comprou uma galinha em uma vila próxima, a matou e foi para fora de casa para ver como a galinha coberta de neve se congelava. A galinha nunca se congelou, mas Francis Bacon sim. A façanha resultou em uma pneumonia que o levaria a morte.


2. Morreu por tentar abraçar a lua 


O poeta chinês Li Po é considerado um dos dois maiores da história literária chinesa. Era muito conhecido por ser um bebedor inveterado e sabe-se que escreveu muitos de seus grandes poemas enquanto estava bêbado. E “bebaço” estava à noite em que caiu de seu barco se afogou no rio Yangt-ze ao tentar abraçar o reflexo da lua na água.

3. Morreu por segurar o xixi


O nobre e astrônomo dinamarquês Tycho Brahe era um personagem interessante. Tinha um alce treinado como animal de estimação e também perdeu a ponta de seu nariz num duelo com outro nobre dinamarquês e teve que usar um nariz falso feito de prata e ouro, mas essa é outra história. Diz-se que Tycho teve que segurar a vontade de ir ao banheiro durante um banquete particularmente extenso em 1601 (levantar-se no meio de um jantar era considerado como algo realmente ofensivo), a tal ponto que sua bexiga, levada ao limite, desenvolveu uma infecção pela qual morreu. Análises posteriores sugeriram que Tycho morreu em realidade por envenenamento com mercúrio, mas essa conclusão não é tão interessante como a história original.

4. Morreu de tanto comer


O rei Adolfo Federico da Suécia amava comer e morreu por isso. Conhecido como “O rei que comeu até morrer”, faleceu em 1771 com 61 anos por causa de um problema digestivo depois de comer, literalmente, “mais que a barriga”. O jantar do comilão era composto de lagosta, caviar, chucrute, sopa de repolho, cervo defumado, champanhe e catorze pudins de leite recheados com amendôas, seu doce preferido.

5. Morreu atingido por uma tartaruga


Ésquilo foi um escritor grego de 500 a.C. Muitos historiadores o consideram o pai das tragédias gregas.
Um belo dia, Ésquilo estava passeando quando uma águia deixou cair uma tartaruga em sua cabeça e matou o cara. Segundo a lenda, as águias capturavam as tartarugas e as abriam jogando-as contra as rochas. Uma águia confundiu a cabeça de Ésquilo com uma pedra (era careca) e lhe lançou uma tartaruga.

09/06/2013

[Curiosidade] Formigas se suicidam em espiral da morte

A grande maioria das formigas usam a visão para caminhar, mas algumas espécies são completamente cegas, sendo possível desorientá-las marcando percursos, fazendo-as andarem até a morte por exaustão.

Este sistema é conhecido como ‘a fábrica de formigas’ e é uma das mais estranhas expressões da natureza. Este tipo de formiga anda usando trilhas de feromônios deixados por outras formigas da mesma espécie. No entanto, caso um número suficiente de formigas perca o traço dessas substâncias, a formiga de trás segue a outra da frente em um efeito cascata, formando um enorme espiral de formigas.

Elas são incapazes de se libertarem quando chegam neste estágio pela falta da visão e marcham em um círculo até caírem mortas. É possível forçar este comportamento bizarro neutralizando os rastros de feromônio. Obviamente esta é uma atitude repudiada pelos cientistas, sendo considerada uma prática cruel.
É possível desviar as formigas de um local fechado, como um vaso de planta. Já foram registrados fenômenos como este na natureza, onde a espiral possuía vários metros de diâmetro.

Este tipo de formiga é encontrado em vários países da América do Sul, costumam caçar com um bando de 200.000 indivíduos, matando mais de 100.000 criaturas vivas todos os dias.
Entomologistas da Universidade Cornell Sean Brady se depararam com este fenômeno ao estudar várias espécies da América do Sul em uma expedição que começou em 2011.

14/11/2012

[Poema] Lástima



Tendo em vista um longo processo da pena de morte,
Por uma vida dilacerada de extrema violência,
Fatal consequência de tão natural e justo aporte,
A desenvolver-se na mente total insanidade.
Os dias foram pesados e as noites inacabáveis,
De tantos ciclos assintóticos e irrevogáveis,
Permearam o ser do início da vida ao fim da morte.
Má sorte lançada em suas decisões equivocadas,
Decisões errôneas com parâmetros exacerbados,
Lamentos e alentos constantes previamente notados.
De um turbilhão de sentimentos deploráveis, 
Restaram apenas moldes de sangue coagulados,
Acumulados no âmago daquela fria alma,
Se pudesse voltar atrás talvez notaria, a calma...

(Luis Valério Prandel)

18/10/2012

[Poema] O verbo no infinito



Ser criado, gerar-se, transformar
O amor em carne e a carne em amor; nascer
Respirar, e chorar, e adormecer
E se nutrir para poder chorar

Para poder nutrir-se; e despertar 
Um dia à luz e ver, ao mundo e ouvir
E começar a amar e então sorrir
E então sorrir para poder chorar.

E crescer, e saber, e ser, e haver
E perder, e sofrer, e ter horror
De ser e amar, e se sentir maldito

E esquecer de tudo ao vir um novo amor
E viver esse amor até morrer
E ir conjugar o verbo no infinito...


(Vinicius de Moraes)

Ver também