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03/01/2014

[Curiosidade] Tipos de pena de morte que ainda são usados em alguns países

Usada por muitos governos e impérios para coibir crimes considerados hediondos, a execução ordenada pelo Estado ainda é praticada em muitas nações, como Iraque e EUA. A condenação varia de acordo com as leis de cada país e inclui, em alguns casos, até menores de idade. O apedrejamento, prática comum, sobretudo em Estados do Oriente Médio, ainda é considerado legal no Irã e na Arábia Saudita, por exemplo. Conheça os principais métodos de execução usados atualmente e os países que mais matam cidadãos no mundo.

Apedrejamento

Como mata - A vítima é envolvida dos pés à cabeça em um tecido branco e colocada numa vala. Como em geral é aplicada em crimes de honra praticados por mulheres de países muçulmanos, os carrascos são homens – membros da família e da comunidade local. Eles fazem um círculo em volta da vítima e pegam as pedras, que não devem ser muito grandes (para evitar desmaios rápidos). Todo o ritual é conduzido para assegurar uma morte lenta e dolorosa. Quem começa o ritual é o juiz da sentença, seguido pelos jurados e pelo público.

Como morre - As pedradas geram um monte de traumas por todo o corpo do condenado, mas a morte se dá geralmente pelas pedradas na cabeça – que provocam fortes hemorragias intracranianas. Entre a primeira pedra atirada e a morte da vítima, costuma transcorrer mais de uma hora.

Grau de sofrimento - Máximo.

Onde é aplicada - Irã, Nigéria, Paquistão e Arábia Saudita, entre outros países.

Fuzilamento

Como mata - Um pelotão de fuzilamento fica disposto a cerca de 6 metros de distância da vítima e dispara simultaneamente tiros de armas de fogo contra ela, que é vendada e tem seus pés e mãos amarrados. A posição de morte pode ser sentado ou em pé. Nenhum membro do grupo armado pode deixar de atirar. É muito aplicada em execuções de crimes de guerra – até países que não aplicam a pena de morte em outras circunstâncias, como o Brasil, preveem o fuzilamento militar.

Como morre - Pelo fato de os tiros partirem de diversas direções e alturas, a vítima sofre lesões em vários órgãos do corpo ao mesmo tempo. A morte se dá por hemorragia ou por lesão direta pelo projétil no sistema nervoso central, no caso de uma bala atingir a cabeça de imediato. O condenado leva cerca de dois minutos para morrer.

Grau de sofrimento - Médio.

Onde é aplicada - Indonésia, EUA, China, Somália, Taiwan, Uzbequistão, Guatemala e Vietnã, entre outros países.

Cadeira elétrica

Como mata - O condenado tem o corpo todo depilado (para evitar pelos em chamas). Ele é preso com cintas na cadeira. Eletrodos com esponjas embebidas em solução salina são ligados às pernas e à cabeça – para fechar o circuito – e um capacete de metal é colocado no crânio para conduzir corrente elétrica. O prisioneiro é então vendado. Pelo menos dois choques de 500 a 2 mil volts são aplicados durante cerca de 30 segundos. Se o condenado sobrevive, o processo é repetido quantas vezes for necessário.

Como morre - A descarga interrompe funções vitais, como o controle dos batimentos cardíacos e do ritmo respiratório – e também deixa o condenado inconsciente. No momento do choque, todos os músculos do corpo da vítima se contraem e ocorre arritmia e parada cardíaca.

Grau de sofrimento - Variável. Se a morte ocorrer no primeiro choque, o sofrimento é médio. Se for preciso mais de uma descarga elétrica, o condenado sofre muito.

Onde é aplicada - Nos EUA.

Forca

Como mata - Primeiro, é feito um ensaio com um saco de areia do mesmo peso do condenado para saber que comprimento da corda causará uma morte rápida. Se ela for longa demais, poderá arrancar a cabeça. Muito curta, pode causar asfixia, o que prolonga a agonia por até 20 minutos. A corda é fervida e torcida para que não enrole ou fique torta. O nó é lubrificado com sabão para garantir o deslizamento. Um alçapão é aberto sob o prisioneiro, que cai e fica pendurado pela corda no pescoço.

Como morre - Há dois tipos de morte por enforcamento. Quando a corda que prende o condenado é longa, ocorre fratura das vértebras cervicais e lesão da medula espinhal. Nesse caso, a morte se dá em menos de um minuto. Na morte por asfixia, demorada, há convulsões – e o prisioneiro urina e defeca.

Grau de sofrimento - Baixo (em condições normais) a alto (em caso de corda muito curta).EUA (apesar de ainda ser prevista em lei, não é usada desde 1996), China, Guatemala e Iraque, entre outros países.

Onde é aplicada - EUA (apesar de ainda ser prevista em lei, não é usada desde 1996), China, Guatemala e Iraque, entre outros países.

Injeção letal

Como mata - A primeira etapa da execução é amarrar o condenado a uma maca. Depois, um membro do comitê de execução põe sensores de batimento cardíaco em seu corpo. Duas sondas são inseridas em veias dos braços. Uma injeta soro fisiológico, que depois será substituído por veneno. A outra só é acionada em caso de falha no sistema principal. Quando a execução é autorizada, a sonda injeta um sedativo. O condenado dorme, recebe curare e, por fim, cloreto de potássio.

Como morre - Quando recebe o curare, o corpo da vítima sofre paralisia em todo o sistema muscular, incluindo o diafragma, músculo responsável pela respiração. Após a injeção do cloreto de potássio, há a parada cardíaca e a morte. O tempo médio para o falecimento varia de 5 a 7 minutos, embora o procedimento todo dure uns 45 minutos.

Grau de sofrimento - Mínimo.

Onde é aplicada - EUA - 37 dos 38 estados que têm pena de morte usam esse tipo de execução –, China e Guatemala, entre outros países.

Decapitação

Como mata - Nos países em que ainda é praticado, o método utiliza a espada para matar. O condenado é geralmente vendado e pode ficar sentado ou deitado. Quando apenas um golpe de espada é suficiente para decapitar a vítima, ela perde a consciência em segundos. No entanto, devido ao fato de os músculos e as vértebras do pescoço serem rijos, a decapitação pode exigir mais espadadas.

Como morre - A morte ocorre porque a medula espinhal, que abriga células que transmitem impulsos vitais do cérebro para os órgãos, é cortada. Assim, batimentos cardíacos e respiração cessam instantaneamente, e a consciência dura menos de 3 segundos.

Grau de sofrimento - Mínimo, se o carrasco mandar bem e cortar a cabeça num só golpe. Cada espadada extra aumenta o sofrimento.

Onde é aplicada - Arábia Saudita, China, Guatemala e Iraque.





13/11/2013

[Mundo] O que é a "Sopa plástica" do Pacífico?

A Grande Porção de Lixo do Pacífico, chamada ainda de Grande Depósito de Lixo do Pacífico, Grande Ilha de Lixo do Pacífico ou Grande Sopa de Lixo do Pacífico, tal como descrita principalmente pelo pesquisador Charles J. Moore desde 1997, é uma região do Oceano Pacífico de extensão incerta, sendo descrita como do tamanho dos EUA, embora careça de fontes precisas. Foi descrita em fevereiro de 2008 no site da BBC e no jornal britânico The Independent.

É composta principalmente de plástico proveniente das costas marítimas, e é de difícil detecção, já que os satélites não conseguem captar sua presença, sendo possível avistá-la somente a partir de embarcações marítimas. Esta "massa plástica" flutua e se envolvem no giro oceânico devido às correntes oceânicas. Segundo Deixonne, ecologistas e cientistas são os únicos interessados em sanar o problema, uma vez que a área oceânica onde se localizam a massa de dejetos "se encontra em águas pouco transitadas pela navegação mercantil e turística".

O enorme redemoinho de lixo plástico flutuante do norte do Pacífico aumentou 100 vezes nos últimos 40 anos, revelou um artigo publicado na revista Biology Letters [Ler artigo]. 


Cientistas alertam que a "sopa de microplástico", cujas partículas medem menos de cinco milímetros, ameaçam alterar o ecossistema marinho porque favorecerem a reprodução de um tipo de inseto que serve de alimento para peixes, tartarugas e aves.

Atualmente, os cientistas estimam que a massa de lixo localizada na região do Giro Subtropical do Norte do Pacífico, conhecida como Grande Mancha de Lixo do Pacífico, ocupa uma área equivalente a duas vezes o território de Goiás, cerca de 695.660 km2.

Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), 13.000 partículas de lixo plástico são encontradas em cada quilômetro quadrado do mar, mas o problema é maior no Norte do Pacífico. O acúmulo de plástico no centro dessa região é favorecido pelo movimento das correntes marítimas e dos ventos.




Fontes: UOL CiênciaArauto do futuro, Jornal "O Globo", Zero Hora, Revista Veja

23/06/2010

[Curiosidade] Área 51


Área 51 é um dos nomes atribuídos à área militar restrita no deserto de Nevada, próxima ao Groom Lake, Estados Unidos. É uma área tão secreta que o governo norte-americano só admitiu sua existência oficial em 1994, e ainda assim com muitas restrições. Muito provável que seja uma das bases de testes aéreos mais sigilosas do planeta, mas é conhecida mundialmente por uma série de supostos acontecimentos ocorridos na década de 1970, e que alguns atribuem a um "envolvimento" e "contato" do exército americano com extraterrestres. Nenhum desses argumentos foi confirmado nem negado, deixando uma incógnita no domínio popular. [1]



Todas as manhãs, pelo menos 500 pessoas chegam a um terminal de embarque restrito na ala norte do Aeroporto McCarran, em Las Vegas, Nevada. Lá, embarcam num Boeing 737-200 sem qualquer tipo de identificação. Após 30 minutos de vôo, chegam ao seu destino final: Base Aérea de Groom Lake, cerca de 170 km ao norte da capital mundial dos cassinos. O local também é conhecido como Área 51, Dreamland (Terra da fantasia) ou simplesmente The Ranch (A fazenda). [2]



Operações [3]


Dreamland é muito sigilosa à questão de suas atividades, deixando à imaginação o que o governo submete à área, o fato é que seria somente mais uma base aérea.


Satélites soviéticos obtiveram fotos do local em plena Guerra Fria, mas só chegaram a conclusões básicas. Eles descreveram uma instalação comum com pistas de pousos, hangares etc, mas nada que provasse a suposta base subterrânea. Mais tarde, novas fotos saíram de satélites comerciais, mas sem nada de excepcional.

Lá foram testados aviões como o U-2 (utilitário 2) , o A-12, o SR-71 Blackbird e o F-117 Nighthawk.

Lá, "supostamente" os, soldados norte-americanos usam a base em várias atuações entre elas estão: treinamento militar de super-soldados espiões, cativeiro de prisioneiros inimigos dos Estados Unidos sequestrados pela CIA (Agência Central Norte Americana), treinamento de soldados infiltrados em bases militares norte-americanas, incrivelmente, o governo norte-americano, mantém agentes infiltrados em todas as bases do país (e seus aliados) com objetivo de manter o controle sobre unidades militares por isso em toda base americana a "soldados-espiões", controle mundial da internet o país tem controle majoritário de dois recursos importantíssimos da internet: os servidos (computadores de grande porte sem os quais a internet não funciona) e os endereços WWW., lá (na base), localiza-se o "chave mestra" que é um controlador-geral de todos os servidores dos mais de 100 existentes no mundo 13 ficam nos EUA (os que armazenam todas as informações dos demais e controlam tudo o que está disponível na web), incluido o da Area 51 denominado "Chave-Mestra", lá são "forjados" os melhores espiões mundiais (e não na CIA, como muitos pensam), infiltrados em várias locais de importante valor para o Estado Americano, estes espiões sequestram pessoas em várias partes do mundo usam de horripilantes métodos de tortura para obterem informações reais, entretanto, a base também não é um alojamento só de sequestrados de guerra, mas também de "sequestrados" para tornar-se espiões - Os espiões localizam uma pessoa (geralmente um jovem), observa ele as informações que ele dispões, a capacidade de raciocínio, de artes marciais, habilidades culturais e liguísticas e etc. Depois "sequestram" (ou convidam com imensas propostas, os jovens, que geralmente sonham em serem agentes secretos), depois eles passam por testes de tortura psicológica, lavagem celebral, testes físicos e psicológicos aterrorizantes e etc. Os que não conseguem terminar o curso de 12 à 22 anos de duração, são mortos ou usados em testes de armas químicas e biológicas (como essas armas afetam o corpo humano).


Tecnologia alienígena [3]

Desde o estabelecimento da Área 51, algumas pessoas declararam ter visto estranhos objetos sobrevoando seu espaço aéreo e arredores, mas as autoridades sempre negaram os fatos. Contudo, um de seus próprios funcionários declarou que na base, além de projetos militares avançados que usam tecnologia alienígena ativamente, discos voadores genuinamente extraterrestres também seriam objetos de estudo de engenharia reversa. As naves, resgatadas intactas ou em acidentes, eram consertadas ou reconstruídas em Dreamland e depois submetidas à prova por pilotos de testes. Foi o próprio físico Robert Bob Lazar quem fez tal afirmação, sendo seguido por vários outros ex-funcionários das instalações de Groom Lake. "Quase todos os dias eu pegava o avião em McCarran e ia à 'Fazenda', onde trabalhava em tecnologia revolucionária", declarou Lazar, que trabalhou cinco meses na base, a partir de dezembro de 1988. O piloto de testes e herói de guerra John Lear, filho do então proprietário da fábrica de aviões a jato Learjet, foi um dos que colocaram os UFOs à prova.

Lazar recentemente estendeu suas declarações e informou que o governo norte-americano estava pesquisando nada menos que nove discos voadores na Área 51, e tentava adaptar sua tecnologia em projetos terrestres, com o uso da chamada engenharia reversa. Por suas declarações, ele e sua mulher receberam várias ameaças de morte. Assim, evitando correr riscos, em novembro de 1989 decidiu aparecer em público e confirmou suas alegações. Disse que há um lugar secreto no interior da Área 51, conhecido como S-4, próximo ao lago seco Papoose, onde as naves alienígenas eram guardadas. Explicou que seu trabalho se dava justamente naquelas instalações, junto a uma equipe de 22 engenheiros contratados para estudar os sistemas de propulsão dos discos voadores. Agora, as novas imagens da TerraServer confirmam as declarações de Lazar, mostrando detalhes de tais instalações.

Ainda segundo Lazar, o S-4 era um enorme complexo subterrâneo que ocupava toda a área de uma cordilheira de montanhas. No início, o físico pensou que estivesse trabalhando com uma tecnologia altamente sofisticada criada pelo homem. Mas quando entrou em um dos discos voadores lá alojados, convenceu-se de que se tratava de algo de outro mundo, porque tanto sua forma quanto suas dimensões confirmam sua origem não humana. "As naves que examinei não possuíam juntas aparentes, nenhuma solda, parafusos ou rebites", disse Lazar. "As bordas de todos os elementos da espaçonave eram arredondadas e suaves, como se tivessem sido feitas com cera quente submetida a um rápido processo de resfriamento".

De acordo com seu relato, havia arcos e delicadas cadeiras de somente 30 cm de altura no interior dos veículos espaciais. Sua unidade de propulsão era o que mais lhe intrigava: tinha o tamanho de uma bola de beisebol e irradiava um campo antigravitacional através de uma coluna oca, situada verticalmente no centro da nave. Lazar teve sua curiosidade científica aguçada e passou a procurar informações sobre tudo o que acontecia em S-4. Foi quando teve acesso a um memorando que confirmou suas suspeitas. Nele havia uma quantidade impressionante de informações sobre os UFOs, "inclusive fotografias de autópsias de pequenos seres cinzas com grandes cabeças calvas", declarou à Revista UFO. "O governo estava escondendo da população fatos da maior gravidade, e tudo aquilo estava sendo feito em Groom Lake, mais precisamente em S-4", desabafou.


A Área 51 na cultura popular [3]

A base já foi vista em episódios de séries como Os Simpsons, Futurama, Family Guy, Johnny Test American Dad, Arquivo X, Knight Rider, Taken, Seven Days, Star Trek: Deep Space Nine, Kim Possible, Tracker (na verdade, o episódio se chamava 'Area 51', mas a base envolvida era Roswell), Transformers, Stargate SG-1 e nos desenhos X-Men Evolution, Megas XLR e em Jovens Titãs; E em filmes como Groom Lake, Looney Tunes: De Volta À Ação (nesse filme a área 51 é área 52, pois, segundo o filme, a área 51 era uma lugar imaginário para esconder a área 52), Hellboy, Transformers, Independence Day e em Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, e em jogos de computador e video games como Area 51, Deus Ex, Duke Nukem 3D, Tomb Raider III, Perfect Dark, The Pandora Directive, Twisted Metal 3, Grand Theft Auto: San Andreas (Área 69),Area-51, Castle Cat 3, Destroy All Humans!,Crash Bandicoot 3(Como area 53)e Sim City 4 (Área 5.1). Já apareceu também em várias histórias da série literária Área 51 (de Dale Brown e Robert Doherty), que conta o que ocorreu após os cientistas da Área 51 terem feito contato com extraterrestres.

A Área 51,com denominação de Hangar 51, aparece no filme "Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal".

A Área 51 também apareceu em videogames como Ben 10: Protetor da Terra como proteção para Enoch e os Cavaleiros Eternos.

A Divisão 47, uma área de Strangetown (Estranhópolis ou Vilastranha) na versão para PSP de The Sims 2, é baseada na Área 51.

A Área 51 já foi usada em vários jogos de RPG como parte da trama. No jogo Conspiracy X, é uma base de operações para as missões de combate de alíenigenas. Em Call of Cthulhu, uma expansão de Delta Green, a base é o local aonde são feitos estudos de seres extraterrestres. Deadlands apresenta uma versão da base situada no ano 1880, chamada "Forte 51". Em World of Warcraft, Area 52 é umas das bases Goblins, utilizada para pesquisas no ramo da Engenharia. Em Crash Bandicoot: Warped, uma das fases de corrida se chama "Area 51?",e mais recentemente no flight simulator x e acceleration em algumas das missoes do jogo como secret shuttle e high altitute intercepet.

Muitas empresas usam o nome Área 51, como a Alienware, que usou o nome para batizar uma série de computadores; uma das áreas do serviço de hospedagem do Geocities; um motor da Aprilia e inúmeras livrarias especializadas em ficção científica.

Em 1994, a versão 2.0 do ROM para o PDA da Apple Newton, incluía uma coordenada de latitude e longitude da Área 51 dentro da aplicação Time Zones, como um Easter Egg. Essa brincadeira foi removida à mando da CIA e do FBI, sendo bloqueada por um software, mas é possível ainda acessá-lo.

A cidade de Rachel, Nevada (a cidade mais próxima da base) possui uma pequena fama por ser "o lar oficial da Área 51". Localizada a três horas de carro a partir de Las Vegas, Racheil recebe um modesto número de turistas por ano, e várias lanchonetes e lojas vendem comida e artigos com temática "alienígena". Um pequeno museu vende mapas, fotos, broches e outros artigos, e um bar local, chamado "The Little A'le'Inn", orgulhosamente exibe uma cápsula do tempo ganha da equipe de produção do filme Independence Day.


Há um time de uma pequena liga de beisebol em Las Vegas chamada Las Vegas 51s. O logotipo é a imagem de um extraterrestre cinza.



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Fontes:
[1] Conspiração e Mitos - Discovevery Channel - UOL
[2] Revista UFO
[3] W
ikipedia - Área 51

Ver também