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28/03/2022

[Curiosidade] 39 Informações, curiosidades e fatos estranhos sobre a morte

Selecionei de diversos sites 39 informações, curiosidades e fatos estranhos  sobre a morte. Escreva nos comentários quais deles você achou mais estranho. 


1. 102 pessoas morrem por minuto no mundo. Detalhe: a maioria são homens. 

2. Quando uma pessoa morre, o último sentido em fenecer é audição. O primeiro costuma ser a visão, seguido do paladar, o olfato e o tato.

3. O corpo demora meses para se decompor. Hoje em dia, porém, a decomposição é mais lenta devido aos conservantes contidos nos alimentos.

4. A cor negra é associada à morte e ao luto na cultura ocidental. Em alguns países do Oriente, a cor do luto é o branco. 

5. Na mitologia grega, a morte é personificada por Tânatos. Na psicanálise, Tânatos é a “pulsão da morte”, impulso inconsciente que busca a destruição e o fim total da vida. 

6. O deus grego do mundo inferior e dos mortos era Hades. Seu equivalente romano era Plutão. 

7. Os muçulmanos são normalmente enterrados sem caixão. O corpo é envolto em três peças de roupa (dois para as mulheres) e sepultado com a cabeça virada para Meca.

8. Embora não seja muito comum no Brasil, a cremação é uma prática funerária antiga e disseminada. Foi adotada por gregos, romanos e outros povos. Atualmente, é mais comum na Índia. 

9. A cremação é prática usual no budismo. Como em outras religiões, os budistas não estimulam o luto. Durante o velório, uma altar com uma imagem do Buda é montado. Há oferenda de flores e frutas, além de queima de incenso. Um monge recita sutras e conduz as bênçãos. Uma detalhe curioso: os budistas recomendam não chorar alto junto ao corpo para não perturbar o morto. 

10. A São Paulo do século XVIII costumava sepultar os mortos em suas igrejas. Eles eram enterrados sem caixão e em covas muito rasas. Aliás, eram tão rasas que não era incomum alguém pisar ou tropeçar nos ossos. O chão era de terra batida e era usado tanto para a sepultura quanto para a prece.
O Dia da Morte; pintura de William-Adolphe Bouguereau (1825-1905)
11. Se quiser ir para o espaço depois de morto, contrate a empresa norte-americana Celestis. Ela envia suas cinzas para dar uma voltas no vácuo por apenas U$ 995 a grama. Sete gramas é um pouco mais caro: U$ 5300. As cinzas irão para o espaço de carona em foguetes russos lançados no Cazaquistão.

12. Agora, se você deseja virar uma transparente e reluzente pedra preciosa depois de morto, contrate os serviços da suíça Algordanza. A empresa é especializada em transformar cinzas humanas em diamantes. Primeiro, a cinza vira carbono e depois, grafite. Submetido a uma temperatura de 1 700 ºC, o material vira diamante num período de quatro a seis semanas. Na natureza, o processo levaria milhões de anos.

13. A pena de morte ainda é praticada em cerca de 90 países. Estados Unidos, China, Arábia Saudita, Índia, Ruanda, Irã, Egito, Bielorrússia, Vietnã, Taiwan, Afeganistão, Jordânia são alguns desses países. Os campeões em número de prisioneiros executados são China, Estados Unidos e Irã. 

14. Apesar de serem largamente utilizadas no passado, as execuções por precipitação, empalação, retalhamento, fogueira e guilhotina não são mais utilizados nos dias atuais. A guilhotina, por exemplo, foi usada na França até o ano de 1981.

15. A morte por precipitação foi largamente utilizada na América pré-colombiana, principalmente em rituais de sacrifício. As vítimas eram jogados de um penhasco. Mas há casos recentes de execução por precipitação no Iraque e no Irã.

16. A execução por degola era comum em várias culturas. Uma delas é a mochica, um povo que viveu no atual território do Peru. Os mochicas praticavam a degola ritual. O condenado (geralmente um guerreiro) tinha a garganta cortada e o sangue recolhido em um recipiente e bebido pelos sacerdotes. 

17. A execução por “esmagamento por elefante” pode ser muito incomum e estranha, mas é pratica em países do Sudeste Asiático como Indonésia. Trata-se de uma execução bem simples: o réu tem a cabeça esmagada pela pata do elefante. Um brasileiro foi recentemente condenado a esse tipo de morte na Indonésia. 

18. Em se tratando de mortes bizarras, veja essas estatísticas: 100 pessoas morrem por ano engasgadas com lápis, 200 morrem afogadas em banheiras e outras 200 atingidas por raios. Detalhe: essas estatísticas são de mortes ocorridas nos Estados Unidos. 

A Lição de Anatomia do Dr. Tulp. Rembrandt, 1632.19. Uma das mortes mais bizarras de que se tem notícia foi a de um sujeito que não se sabe de onde é e muito menos o nome. A única certeza é que, bêbado, ele tentou entrar em casa pela janela da cozinha e acabou ficando preso. Na tentativa desesperada de se soltar, abriu a torneira da pia e morreu afogado. Na pia.

20. Outra morte bem bizarra foi a do norte-americano Ismael, 25 anos. Ele perdeu o controle do veículo que dirigia, bateu num poste e tentou se livrar dos fios que obstruíam a porta... com uma tesoura! Ismael morreu eletrocutado. 

21. A morte de Tamar não foi menos bizarra. Ela simplesmente soltou o cinto de segurança e ficou em pé em uma das mais temidas montanhas-russas do mundo. O trenzinho disparou e Tamar ficou para trás... quer dizer, foi para o chão. 

22. E o que dizer do sujeito que foi encontrado morto com ferimentos de faca na porta de casa? Aconteceu no Reino Unido. Ele comprou uma jaqueta nova, perguntou para a esposa se ela seria à prova de facas e... foi achado morto. Tudo indica que a jaqueta não era à prova de facas. 

23. O que você quer ser quando morrer? Há várias opções,
uma delas é peça de museu. Criador da plastinação (uma técnica que substitui os líquidos do corpo por uma resina que o preserva por até 10 mil anos), o anatomista alemão Gunther von Hagens usa os cadáveres, não como obras de arte, mas para ensinar anatomia. Exibidos em museus de todo o mundo, inclusive no Brasil, eles já atraíram 12 milhões de curiosos. 



24. E que tal usar seu corpo para pesquisa ou ensino? Quase todas as universidades e faculdades de medicina aceitam a doação. Você pode seguir o exemplo de uma paulistana vítima de atropelamento. Em seu testamento, ela pediu que seu corpo fosse doado para pesquisa, desejo que foi realizado sem questionamentos dos familiares. 

25. Muitos brasileiros já manifestaram o desejo de, depois de mortos, doar seus corpos. Se depender deles, não faltarão cadáveres no mercado. Mas nem sempre foi assim. Corpos estiveram em falta. Sem seus objetos de estudo, muitos anatomistas e aproveitadores apelaram roubando cadáveres de cemitérios. Para "descansarem em paz", as pessoas chegavam a ser sepultadas dentro de dois ou três caixões em túmulos de ferro. O cúmulo do absurdo aconteceu na Inglaterra do século XIX, quando dois sujeitos passaram a cometer crimes em série apenas para vender os cadáveres para anatomistas. 

26. Se não quiser "passar a eternidade" em um laboratório, você pode... digo, seu corpo pode ir para uma pista de testes de automóveis. Lá os cadáveres são atropelados, jogados sobre automóveis em movimento e colocados em carros prestes a bater em alta velocidade. Tudo para garantir a segurança dos automóveis. Segundo os engenheiros da Universidade Estadual de Wayne, Michigan, que conduz as pesquisas, 147 vidas são salvas para cada cadáver utilizado no aperfeiçoamentos dos airbags. 

27. Outra opção não menos estranha: usar o corpo para testar a eficiência de coletes a provas de balas. Algumas instituições utilizam cadáveres humanos para pesquisar o impacto de balas no corpo e para criar mecanismos que não só ajudam a proteger vidas, como a matar.

28. Por último, você pode muito bem ser um "morto abandonado". A causa é aparentemente nobre. Pesquisadores forenses abandonam cadáveres dentro de automóveis, encostados em pedras e deitados na grama só para vê-los apodrecer. Eles querem entender quanto tempo um corpo demora para se decompor, como ocorre o processo de decomposição e quais os estágios dos insetos que se alimentam dele. Dessa forma, pretendem ajudar na solução de crimes. 

29. A morte do compositor russo Tchaikovsky ocorreu em circunstâncias bastante misteriosas. Acreditava-se ele teria induzido a própria morte bebendo a água contaminada da cidade de São Petersburgo, que na época passava por uma epidemia de cólera. Mas, recentemente, pesquisadores reuniram provas de que o compositor tenha se suicidado por envenenamento. Outra hipótese ainda mais recente afirma que é possível que Tchaikovsky tenha sido assassinado. 

30. Embora muitos biógrafos discordem da verdadeira causa da morte da atriz Marilyn Monroe, acredita-se que ela tenha se suicidado ingerindo uma grande quantidade de álcool misturada com drogas. Antes de morrer, Marilyn passava por forte crise depressiva.

31. Yukio Mishima, escritor e dramaturgo nascido no Japão, matou-se praticando o haraquiri, uma espécie de suicídio ritualístico japonês. No haraquiri (ou seppuku), após cravar uma espada no abdômen, o suicida é imediatamente decapitado por uma segunda pessoa. Dessa forma, não há como o suicida sobreviver.

32. Passados 11 anos de sua morte, descobriu-se que a cabeça do compositor Haydn havia desaparecido. O crânio de Haydn só foi encontrado 86 anos depois de seu falecimento.

33. O túmulo do ex-líder do grupo de rock The Doors, Jim
Morrison, é, até hoje, um dos mais visitados do cemitério Pere-Lachaise, de Paris. Os milhares de fãs que o visitam todos os anos costumam depositar flores, cartas e até uísque na sepultura. Por conta disso, a administração do cemitério ameaçou várias vezes despejar Jim Morrison do local. 

34. O túmulo do cantor Elvis Presley é um dos mais visitados do mundo. No aniversário de sua morte, milhares de fãs acorrem à mansão onde Elvis viveu para prestar homenagens ao Rei do Rock. O local é preservado como um santuário. A devoção chegou a tal ponto que alguns acreditam que esteja surgindo uma nova religião com Elvis Presley como objeto de culto. 

35. Centenas de pessoas costumam se reunir no Central Park, em Nova York, para lembrar a morte do músico John Lennon. O encontro sempre ocorre no início de dezembro, em frente ao prédio onde Lennon foi assassinado. Os fãs depositam flores, acendem velas e cantam os maiores sucessos do cantor. Detalhe: Lennon foi morto por um fã. 

36. O funeral de Victor Hugo foi um dos mais impressionantes que a França já viu. O corpo foi velado sob o Arco do Triunfo e o cortejo acompanhado por mais de um milhão de pessoas. O panteão dos heróis da França foi reaberto para receber os restos mortais do escritor que na época era considerado um herói nacional.

37. O Brasil inteiro se comoveu com o súbito falecimento da cantora Carmen Miranda. O velório e o enterro foram acompanhados por cerca de 500 mil pessoas. Enquanto chorava e lamentava a morte de Carmen, o povo cantava na surdina os principais sucessos da cantora. A multidão era tamanha que, passado o enterro, 75 sepulturas do cemitério ficaram danificadas. 

38. Atendendo ao desejo do compositor, o corpo de Chopin foi enterrado na França com terra polonesa e seu coração enviado para Varsóvia. Chopin nasceu no interior da Polônia, terra que amava tanto quanto a França, onde viveu grande parte de sua vida.

39. Você sabe o que significa Post mortem Photos? É o hábito de fotografar os mortos no caixão. Os familiares costumavam guardas as fotos de lembrança. A prática foi muito comum na Europa do século XIX e, até recentemente, no Nordeste brasileiro.








03/01/2014

[Curiosidade] Tipos de pena de morte que ainda são usados em alguns países

Usada por muitos governos e impérios para coibir crimes considerados hediondos, a execução ordenada pelo Estado ainda é praticada em muitas nações, como Iraque e EUA. A condenação varia de acordo com as leis de cada país e inclui, em alguns casos, até menores de idade. O apedrejamento, prática comum, sobretudo em Estados do Oriente Médio, ainda é considerado legal no Irã e na Arábia Saudita, por exemplo. Conheça os principais métodos de execução usados atualmente e os países que mais matam cidadãos no mundo.

Apedrejamento

Como mata - A vítima é envolvida dos pés à cabeça em um tecido branco e colocada numa vala. Como em geral é aplicada em crimes de honra praticados por mulheres de países muçulmanos, os carrascos são homens – membros da família e da comunidade local. Eles fazem um círculo em volta da vítima e pegam as pedras, que não devem ser muito grandes (para evitar desmaios rápidos). Todo o ritual é conduzido para assegurar uma morte lenta e dolorosa. Quem começa o ritual é o juiz da sentença, seguido pelos jurados e pelo público.

Como morre - As pedradas geram um monte de traumas por todo o corpo do condenado, mas a morte se dá geralmente pelas pedradas na cabeça – que provocam fortes hemorragias intracranianas. Entre a primeira pedra atirada e a morte da vítima, costuma transcorrer mais de uma hora.

Grau de sofrimento - Máximo.

Onde é aplicada - Irã, Nigéria, Paquistão e Arábia Saudita, entre outros países.

Fuzilamento

Como mata - Um pelotão de fuzilamento fica disposto a cerca de 6 metros de distância da vítima e dispara simultaneamente tiros de armas de fogo contra ela, que é vendada e tem seus pés e mãos amarrados. A posição de morte pode ser sentado ou em pé. Nenhum membro do grupo armado pode deixar de atirar. É muito aplicada em execuções de crimes de guerra – até países que não aplicam a pena de morte em outras circunstâncias, como o Brasil, preveem o fuzilamento militar.

Como morre - Pelo fato de os tiros partirem de diversas direções e alturas, a vítima sofre lesões em vários órgãos do corpo ao mesmo tempo. A morte se dá por hemorragia ou por lesão direta pelo projétil no sistema nervoso central, no caso de uma bala atingir a cabeça de imediato. O condenado leva cerca de dois minutos para morrer.

Grau de sofrimento - Médio.

Onde é aplicada - Indonésia, EUA, China, Somália, Taiwan, Uzbequistão, Guatemala e Vietnã, entre outros países.

Cadeira elétrica

Como mata - O condenado tem o corpo todo depilado (para evitar pelos em chamas). Ele é preso com cintas na cadeira. Eletrodos com esponjas embebidas em solução salina são ligados às pernas e à cabeça – para fechar o circuito – e um capacete de metal é colocado no crânio para conduzir corrente elétrica. O prisioneiro é então vendado. Pelo menos dois choques de 500 a 2 mil volts são aplicados durante cerca de 30 segundos. Se o condenado sobrevive, o processo é repetido quantas vezes for necessário.

Como morre - A descarga interrompe funções vitais, como o controle dos batimentos cardíacos e do ritmo respiratório – e também deixa o condenado inconsciente. No momento do choque, todos os músculos do corpo da vítima se contraem e ocorre arritmia e parada cardíaca.

Grau de sofrimento - Variável. Se a morte ocorrer no primeiro choque, o sofrimento é médio. Se for preciso mais de uma descarga elétrica, o condenado sofre muito.

Onde é aplicada - Nos EUA.

Forca

Como mata - Primeiro, é feito um ensaio com um saco de areia do mesmo peso do condenado para saber que comprimento da corda causará uma morte rápida. Se ela for longa demais, poderá arrancar a cabeça. Muito curta, pode causar asfixia, o que prolonga a agonia por até 20 minutos. A corda é fervida e torcida para que não enrole ou fique torta. O nó é lubrificado com sabão para garantir o deslizamento. Um alçapão é aberto sob o prisioneiro, que cai e fica pendurado pela corda no pescoço.

Como morre - Há dois tipos de morte por enforcamento. Quando a corda que prende o condenado é longa, ocorre fratura das vértebras cervicais e lesão da medula espinhal. Nesse caso, a morte se dá em menos de um minuto. Na morte por asfixia, demorada, há convulsões – e o prisioneiro urina e defeca.

Grau de sofrimento - Baixo (em condições normais) a alto (em caso de corda muito curta).EUA (apesar de ainda ser prevista em lei, não é usada desde 1996), China, Guatemala e Iraque, entre outros países.

Onde é aplicada - EUA (apesar de ainda ser prevista em lei, não é usada desde 1996), China, Guatemala e Iraque, entre outros países.

Injeção letal

Como mata - A primeira etapa da execução é amarrar o condenado a uma maca. Depois, um membro do comitê de execução põe sensores de batimento cardíaco em seu corpo. Duas sondas são inseridas em veias dos braços. Uma injeta soro fisiológico, que depois será substituído por veneno. A outra só é acionada em caso de falha no sistema principal. Quando a execução é autorizada, a sonda injeta um sedativo. O condenado dorme, recebe curare e, por fim, cloreto de potássio.

Como morre - Quando recebe o curare, o corpo da vítima sofre paralisia em todo o sistema muscular, incluindo o diafragma, músculo responsável pela respiração. Após a injeção do cloreto de potássio, há a parada cardíaca e a morte. O tempo médio para o falecimento varia de 5 a 7 minutos, embora o procedimento todo dure uns 45 minutos.

Grau de sofrimento - Mínimo.

Onde é aplicada - EUA - 37 dos 38 estados que têm pena de morte usam esse tipo de execução –, China e Guatemala, entre outros países.

Decapitação

Como mata - Nos países em que ainda é praticado, o método utiliza a espada para matar. O condenado é geralmente vendado e pode ficar sentado ou deitado. Quando apenas um golpe de espada é suficiente para decapitar a vítima, ela perde a consciência em segundos. No entanto, devido ao fato de os músculos e as vértebras do pescoço serem rijos, a decapitação pode exigir mais espadadas.

Como morre - A morte ocorre porque a medula espinhal, que abriga células que transmitem impulsos vitais do cérebro para os órgãos, é cortada. Assim, batimentos cardíacos e respiração cessam instantaneamente, e a consciência dura menos de 3 segundos.

Grau de sofrimento - Mínimo, se o carrasco mandar bem e cortar a cabeça num só golpe. Cada espadada extra aumenta o sofrimento.

Onde é aplicada - Arábia Saudita, China, Guatemala e Iraque.





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