quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

[Curiosidade / Ciência] 5 fenômenos naturais muito estranhos

Em uma matéria da Discovery Brasil são citados 5 fenômenos muito estranhos e misteriosos que ocorrem ao redor do mundo. Muitos deles acontecem raramente, outros são imprevisíveis, enquanto outros a Ciência ainda não conseguiu explicar.

1. Rochas que se movem

Se há um lugar nos Estados Unidos que é conhecido como o Vale da Morte, com certeza algo estranho tem que acontecer lá. Dito e feito, neste deserto as pedras se movem sozinhas. Mas não, isso não acontece por causa do vento, resposta que alguns mais alertas já arriscaram. Imagine pedras de 300 quilos que se moveram por 250 metros deixando um rastro na sua trajetória.
O fenômeno não acontece com frequência e, até agora, não há uma hipótese confirmada. A mais aceita é a de Ralph Lorenz da Universidade Johns Hopkins, que atribui o movimento ao congelamento das rochas durante o inverno e ao vento que empurra as pedras através da areia molhada. No entanto, isso não explica como algumas rochas se movem e outras não. Nem o fato de que nunca alguém conseguiu gravar o acontecimento.

2. Tornado de fogo

O tornado que se forma com rajadas de vento fortíssimas já é bem conhecido por todos e já teve diversos filmes sobre ele. Agora, de fogo? Isso sim é raro, mas aconteceu há pouco tempo em São Paulo. Um turbilhão de chamas de vários metros de altura apareceu em uma rodovia, paralisando o tráfego por completo e deixando em choque todas as pessoas que testemunharam o acontecimento.
Não foi a primeira vez que o fenômeno aconteceu em todo o mundo e ocorre em áreas de altas temperaturas e baixa umidade, produzindo incêndios recorrentes, características que estavam acontecendo na região, depois de três meses sem chuva. Devido às altas temperaturas geradas pelo fogo, uma corrente de ar ascendente criou um vórtice que sugou as chamas para cima, formando uma coluna de fogo enorme.

3. Pilares Luminosos

Falando em colunas altíssimas, há algumas que parecem raios laser que se elevam ao infinito, apresentando um espetáculo digno de um filme de ficção científica. São os pilares luminosos, fenômeno que engana a visão, já que parecem colunas reais e sólidas, mas na verdade são feixes de luz.
Este é um dos casos onde a ciência descobriu uma explicação irrefutável para o acontecimento: as colunas são o resultado da luz solar, lunar ou artificial que reflete em cristais de gelo que flutuam na atmosfera.

4. Aurora Polar

Outro efeito luminoso digno de menção é a aurora polar. O que é isso? Imagine por um momento que o céu está coberto por uma nuvem colorida, incomum e uniforme. Parece que se esperarmos mais alguns segundos, uma nave espacial vai aparecer. Mas não, não é uma luz projetada de uma maneira especial.
Pode acontecer em qualquer parte do planeta, mas principalmente nos polos devido ao aquecimento global. Se acontece no norte é chamada de aurora boreal, se acontece no sul, aurora austral. É o resultado do choque da energia solar em forma de partículas carregadas eletricamente, prótons e elétrons, com os átomos e moléculas de oxigênio e nitrogênio que estão no ar na altura da ionosfera terrestre, entre 80 e 500 quilômetros de distância da Terra.

5. Estrutura de Richat

Richat não é uma pessoa, é uma região na Mauritânia que se espalha no deserto do Saara. Também conhecida como “o olho da Terra”, a Estrutura de Richat tem 50 quilômetros de diâmetro com anéis concêntricos que se eleva a uns 400 metros acima do nível do mar e pode ser vista do espaço. Na verdade, é um dos acidentes geográficos mais bonitos que podem ser vistos de uma nave espacial, se alguém tiver a chance de viajar em uma.
A princípio, foi pensado que era o resultado do impacto de um meteorito, mas a NASA determinou que é produto da erosão causada pelo vento sobre a superfície durante milhões de anos. Porém, a explicação para a sua forma circular continua sendo um mistério.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

[...] Questionável

Tudo é questionável desde o momento em que abrimos os olhos de manhã... Que horas são?

O dia passa junto com a vida: o tempo também é questionável pois nunca sabemos como controlá-lo.

Iniciamos os estudos fazendo perguntas e encerramos nossa vida acadêmica questionando ainda mais ou ainda menos, porém com muito mais intensidade.

Tudo é questionável... Do nascimento até a morte. A última é ainda mais questionável que a primeira, já que queremos, na maioria das vezes, saber "para onde vamos?" do que "de onde viemos?".

Aonde? Onde? Quem? Quando? Por que? Como? Tudo é questionável, até os sentidos dessas palavras...

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

[Curiosidade] Tipos de pena de morte que ainda são usados em alguns países

Usada por muitos governos e impérios para coibir crimes considerados hediondos, a execução ordenada pelo Estado ainda é praticada em muitas nações, como Iraque e EUA. A condenação varia de acordo com as leis de cada país e inclui, em alguns casos, até menores de idade. O apedrejamento, prática comum, sobretudo em Estados do Oriente Médio, ainda é considerado legal no Irã e na Arábia Saudita, por exemplo. Conheça os principais métodos de execução usados atualmente e os países que mais matam cidadãos no mundo.

Apedrejamento

Como mata - A vítima é envolvida dos pés à cabeça em um tecido branco e colocada numa vala. Como em geral é aplicada em crimes de honra praticados por mulheres de países muçulmanos, os carrascos são homens – membros da família e da comunidade local. Eles fazem um círculo em volta da vítima e pegam as pedras, que não devem ser muito grandes (para evitar desmaios rápidos). Todo o ritual é conduzido para assegurar uma morte lenta e dolorosa. Quem começa o ritual é o juiz da sentença, seguido pelos jurados e pelo público.

Como morre - As pedradas geram um monte de traumas por todo o corpo do condenado, mas a morte se dá geralmente pelas pedradas na cabeça – que provocam fortes hemorragias intracranianas. Entre a primeira pedra atirada e a morte da vítima, costuma transcorrer mais de uma hora.

Grau de sofrimento - Máximo.

Onde é aplicada - Irã, Nigéria, Paquistão e Arábia Saudita, entre outros países.

Fuzilamento

Como mata - Um pelotão de fuzilamento fica disposto a cerca de 6 metros de distância da vítima e dispara simultaneamente tiros de armas de fogo contra ela, que é vendada e tem seus pés e mãos amarrados. A posição de morte pode ser sentado ou em pé. Nenhum membro do grupo armado pode deixar de atirar. É muito aplicada em execuções de crimes de guerra – até países que não aplicam a pena de morte em outras circunstâncias, como o Brasil, preveem o fuzilamento militar.

Como morre - Pelo fato de os tiros partirem de diversas direções e alturas, a vítima sofre lesões em vários órgãos do corpo ao mesmo tempo. A morte se dá por hemorragia ou por lesão direta pelo projétil no sistema nervoso central, no caso de uma bala atingir a cabeça de imediato. O condenado leva cerca de dois minutos para morrer.

Grau de sofrimento - Médio.

Onde é aplicada - Indonésia, EUA, China, Somália, Taiwan, Uzbequistão, Guatemala e Vietnã, entre outros países.

Cadeira elétrica

Como mata - O condenado tem o corpo todo depilado (para evitar pelos em chamas). Ele é preso com cintas na cadeira. Eletrodos com esponjas embebidas em solução salina são ligados às pernas e à cabeça – para fechar o circuito – e um capacete de metal é colocado no crânio para conduzir corrente elétrica. O prisioneiro é então vendado. Pelo menos dois choques de 500 a 2 mil volts são aplicados durante cerca de 30 segundos. Se o condenado sobrevive, o processo é repetido quantas vezes for necessário.

Como morre - A descarga interrompe funções vitais, como o controle dos batimentos cardíacos e do ritmo respiratório – e também deixa o condenado inconsciente. No momento do choque, todos os músculos do corpo da vítima se contraem e ocorre arritmia e parada cardíaca.

Grau de sofrimento - Variável. Se a morte ocorrer no primeiro choque, o sofrimento é médio. Se for preciso mais de uma descarga elétrica, o condenado sofre muito.

Onde é aplicada - Nos EUA.

Forca

Como mata - Primeiro, é feito um ensaio com um saco de areia do mesmo peso do condenado para saber que comprimento da corda causará uma morte rápida. Se ela for longa demais, poderá arrancar a cabeça. Muito curta, pode causar asfixia, o que prolonga a agonia por até 20 minutos. A corda é fervida e torcida para que não enrole ou fique torta. O nó é lubrificado com sabão para garantir o deslizamento. Um alçapão é aberto sob o prisioneiro, que cai e fica pendurado pela corda no pescoço.

Como morre - Há dois tipos de morte por enforcamento. Quando a corda que prende o condenado é longa, ocorre fratura das vértebras cervicais e lesão da medula espinhal. Nesse caso, a morte se dá em menos de um minuto. Na morte por asfixia, demorada, há convulsões – e o prisioneiro urina e defeca.

Grau de sofrimento - Baixo (em condições normais) a alto (em caso de corda muito curta).EUA (apesar de ainda ser prevista em lei, não é usada desde 1996), China, Guatemala e Iraque, entre outros países.

Onde é aplicada - EUA (apesar de ainda ser prevista em lei, não é usada desde 1996), China, Guatemala e Iraque, entre outros países.

Injeção letal

Como mata - A primeira etapa da execução é amarrar o condenado a uma maca. Depois, um membro do comitê de execução põe sensores de batimento cardíaco em seu corpo. Duas sondas são inseridas em veias dos braços. Uma injeta soro fisiológico, que depois será substituído por veneno. A outra só é acionada em caso de falha no sistema principal. Quando a execução é autorizada, a sonda injeta um sedativo. O condenado dorme, recebe curare e, por fim, cloreto de potássio.

Como morre - Quando recebe o curare, o corpo da vítima sofre paralisia em todo o sistema muscular, incluindo o diafragma, músculo responsável pela respiração. Após a injeção do cloreto de potássio, há a parada cardíaca e a morte. O tempo médio para o falecimento varia de 5 a 7 minutos, embora o procedimento todo dure uns 45 minutos.

Grau de sofrimento - Mínimo.

Onde é aplicada - EUA - 37 dos 38 estados que têm pena de morte usam esse tipo de execução –, China e Guatemala, entre outros países.

Decapitação

Como mata - Nos países em que ainda é praticado, o método utiliza a espada para matar. O condenado é geralmente vendado e pode ficar sentado ou deitado. Quando apenas um golpe de espada é suficiente para decapitar a vítima, ela perde a consciência em segundos. No entanto, devido ao fato de os músculos e as vértebras do pescoço serem rijos, a decapitação pode exigir mais espadadas.

Como morre - A morte ocorre porque a medula espinhal, que abriga células que transmitem impulsos vitais do cérebro para os órgãos, é cortada. Assim, batimentos cardíacos e respiração cessam instantaneamente, e a consciência dura menos de 3 segundos.

Grau de sofrimento - Mínimo, se o carrasco mandar bem e cortar a cabeça num só golpe. Cada espadada extra aumenta o sofrimento.

Onde é aplicada - Arábia Saudita, China, Guatemala e Iraque.





quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

[Saúde] Riscos e malefícios do narguilé

O narguilé é um grande cachimbo de origem indiana composto de um fornilho (onde o fumo é queimado), um recipiente com água perfumada (que o fumo atravessa antes de chegar à boca) e um tubo, por onde a fumaça é aspirada pelas várias pessoas que compartilham uma sessão. Como qualquer outro produto derivado do tabaco, o narguilé contém nicotina e as mesmas 4.700 substâncias tóxicas do cigarro convencional. Porém, análises comprovam que sua fumaça contém quantidades superiores de nicotina, monóxido de carbono, metais pesados e substâncias cancerígenas do que na fumaça do cigarro. 

Além do tabaco, é colocado carvão em brasa. A queima do carvão produz substâncias cancerígenas, entre elas, o monóxido de carbono, potencializando os riscos para seus consumidores. 

O narguilé contém aditivos aromáticos, em geral, muito agradáveis, que acabam levando jovens a participar de sessões de fumo desse produto, levando-os a se tornarem dependentes de nicotina, e futuros consumidores de cigarros.

O narguilé engana, dando a sensação de que as impurezas do tabaco são filtradas pela água, o que é um equívoco”, diz o diretor-geral do INCA, Luiz Antonio Santini.

De acordo com o pneumologista da Divisão de Controle do Tabagismo do INCA, Ricardo Henrique Meirelles, uma sessão de narguilé expõe o fumante à inalação de fumaça por um período muito maior do que quando ele fuma um cigarro. O volume de tragadas do narguilé pode chegar a 1.000 ml em uma sessão de uma hora. “Uma simples sessão de narguilé consiste em uma centena de ciclos de tragada. Podemos afirmar que em uma sessão, o fumante inala uma quantidade de fumaça equivalente ao consumo de 100 cigarros ou mais. Quando se aspira pelo tubo, o ar aquecido pelo carvão passa pelo tabaco, produzindo a fumaça que desce, passa pela água, onde é resfriada, e segue pelo tubo até ser aspirada pelo fumante e expirada em seguida”, completa o médico.


Dúvidas e informações



O narguilé não vicia?
Sim, a nicotina extraída do tabaco no narguilé vicia.

A fumaça não é tragada?
Assim como no cigarro, mesmo sem tragar, o fumante inala as substâncias tóxicas, além da grande quantidade de monóxido de carbono proveniente da queima do carvão.

A água reduz os efeitos nocivos do fumo?
A água usada no narguilé absorve apenas 5% da nicotina, fazendo com que os fumantes sejam expostos a quantidades suficientes para que a droga cause dependência. A pessoa acaba fumando por mais tempo e se expondo a maiores quantidades de fumaça, composta por substâncias cancerígenas e gases nocivos.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

[Mensagem] Viver... amar... Feliz 2014 !

Viva a vida e contemple o amor!
Os amores verdadeiros serão sempre amáveis e quando se vive um grande amor, este ficará marcado eternamente em sua história e na história da pessoa amada.

Para que se preocupar com os pequenos problemas que nos impedem de crescermos e não nos ajudam em nada? Muito mais importantes são os momentos felizes que passamos com as pessoas que estão a nossa volta.

Viva os seus dias como se fossem os últimos e viva-os de maneira saudável.

Cada dia que Deus te dá e cada pessoa que Ele coloca em sua vida para você amar são preciosidades que devem ser cuidadas.

Viver... Amar...
Ser feliz... e cuidar...




Feliz 2014!


(Luis Valério Prandel)
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