sábado, 24 de novembro de 2012

[Informática] O mais antigo computador digital foi colocado em funcionamento



O primeiro computador digital do mundo foi colocado novamente em funcionamento (20/11/2012), no Reino Unido. Batizado como Harwell, a máquina não lembra em nada nossos computadores atuais. Com o peso de 2,5 toneladas, o gigante começou a ser construído em 1949 para ser utilizado no programa britânico de Pesquisa de Energia Atômica.

O objetivo era facilitar o trabalho dos cientistas, realizando operações que até então eram feitas em máquinas de calcular mecânicas. A princípio, o processo era lento: uma simples multiplicação entre dois números podia demorar dez segundos para ser feita. Mesmo assim, a máquina se tornou uma peça indispensável, e chegou a ser utilizada 80 horas por semana.

Em 1957, quando foi superado por computadores mais eficientes, Harwell foi transferido para a Universidade de Wolverhampton (Inglaterra), onde foi rebatizado Wolverhampton Instrument for Teaching Computing from Harwell (WITCH). Na instituição, foi utilizado para ensinar os primeiros estudantes de informática a programar.

Depois disso, a máquina ficou exposta no Museu de Ciência e Indústria de Birmingham, que fechou suas portas em 1997. A partir daí, o destino do primeiro computador digital do mundo se tornou incerto. Com o fechamento do museu, ele foi desmontado e suas peças foram levadas para um armazém municipal.

Kevin Murrell, membro do conselho de administração do Museu Nacional do Computador, encontrou as peças históricas e começou a restaurar a máquina com o auxílio de outros pesquisadores. Após um trabalho de três anos, o computador finalmente voltou à vida. Agora ele ficará em exposto no Museu Nacional do Computador em Buckinghamshire (centro da Inglaterra). 


(Fonte: Gizmodo)


[Curiosidade] Teorias da conspiração em desenhos animados



Os Rugrats nunca existiram

Sabe aqueles bebês fofinhos que engatinham e vivem aventuras no desenho Rugrats? Bem, talvez o que você tenha assistido, até hoje, seja uma história muito triste e repleta de traumas. De acordo com uma teoria que circula pela internet, nenhuma daquelas crianças existe. Todas são frutos da imaginação de Angélica, originados da falta de atenção que recebe dos pais.



Bob Esponja é mutante

Bob Esponja e todos os seus amigos são o resultado de testes com bombas radioativas realizados durante as décadas de 40 e 50, no Atol de Biquíni. Isso explicaria, por exemplo, por que eles vivem na Fenda do Biquíni.



Aladim se passa no futuro

Há uma cena no desenho da Disney em que o gênio critica as roupas de Aladim, dizendo que o plebeu se veste como alguém do século III. Entretanto, como sabemos pela história, o gênio esteve trancado na lâmpada por 10 mil anos e, portanto, ele não poderia saber como foi aquele período. A não ser, é claro, que o filme se passe no futuro, mais precisamente, no ano de 10.300 D.C.



São dois Inspetores Bugiganga

Por esta você não esperava! Já pensou em como o Dr. Garra tem poderes semelhantes ao do Inspetor Bugiganga? Pois existe uma explicação: um é clone do outro! Durante algum tempo, acreditou-se que o primeiro Inspetor Bugiganga havia morrido e, por isso, foi criado um segundo, que assumiu a mesma vida, a mesma sobrinha e o mesmo cachorro de antes.
Mas quando o Inspetor Bugiganga original “voltou da morte”, percebeu que não havia mais espaço para ele. Por isso, ele resolveu se vingar e prometeu destruir o homem que tomou o seu lugar, adotando a alcunha de Dr. Garra.



Superman e os ataques de 11 de setembro

As Aventuras de Superman mostra os ataques de 11 de setembro. O primeiro painel mostra uma construção semelhante às Torres Gêmeas destruídas parcialmente. Durante um arco da história que os estrangeiros envolvidos na  invasão de Metropolis, esta imagem foi pintada para mostrar a destruição que os ataques causados à infra-estrutura da cidade. A imagem neste painel não é realmente o ex  - famoso marco de Nova Iorque o WTC, mas a forma do edifício é, certamente, evocativa do evento trágico. Os danos às Torres Gêmeas reais pode ser visto.
O que é ainda mais surpreendente é que esta história em quadrinhos especial foi lançado em 12 de setembro de 2001, um dia depois dos atentados nos Estados Unidos. Os editores não podiam fazer nada sobre os horários e declarou que uma coincidência enorme.



Caverna do dragão

Inspirado no RPG Dungeons & Dragons (Masmorras e Dragões), o desenho animado Caverna do Dragão foi uma das séries televisivas infanto-juvenis mais populares dos anos 1980. Caverna do Dragão conta a história de seis amigos - Hank, Sheila, Eric, Presto, Diana e Bobby - que, ao passear de montanha-russa num parque de diversões, são transportados para um mundo mágico povoado por dragões e feiticeiros. Os seis passam a série inteira tentando voltar para casa. Na sua jornada, são ajudados pelo Mestre dos Magos, que aparece misteriosamente para lhes dar pistas do que fazer. Mas também têm de enfrentar vilões como o feiticeiro Vingador e seu lacaio, o Demônio das Sombras, além do dragão de cinco cabeças Tiamat.
A série foi descontinuada pela rede americana CBS em 1985, e a saga dos garotos nunca chegou ao final. Ou melhor, chegou. Circula pela Internet uma estranha versão do último episódio da série, nunca produzido, de tão bizarro que é. Os heróis descobrem que eles sofreram um acidente fatal na montanha-russa do parque de diversões. Estão todos mortos. E, pior, foram condenados a passar a eternidade no inferno. O dragão Tiamat não é vilão, mas um anjo enviado para contar aos garotos que eles jamais voltarão pra casa. O Vingador e o Mestre dos Magos são duas versões da mesma entidade: Lúcifer, que fazia a garotada condenada correr pra lá e pra cá apenas para se divertir. Tétrico, não? Mas os roteiristas da série desmentem tudo. Segundo eles, os garotos não morreram nem estão no inferno. Além disso, afirmam, o último episódio da série nunca foi escrito. Tudo não passa de uma lenda da Internet.

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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

[Filosofia] O Entendimento Humano


"Dizer que há verdades impressas na alma, que a alma não apercebe ou não entende, é, parece-me, uma espécie de contradição, pois a ação de imprimir não designa outra coisa senão fazer aperceber certas verdades. (...) Dizer que uma noção está gravada na alma e sustentar ao mesmo tempo que a alma não a a conhece e que não teve ainda nenhum conhecimento dela, é fazer desta impressão um puro nada. Não se pode de todo assegurar que uma certa proposição esteja no espírito , quando o espírito ainda não a apercebeu nem descobriu nenhuma ideia em si próprio. (...) E assim esta grande  questão reduzir-se-á unicamente a dizer que aqueles que falam de princípios inatos falam muito impropriamente; mas que no fundo eles creem na mesma coisa que os que negam que os haja; porque não penso que alguém tenha alguma vez negado que a alma fosse capaz de conhecer várias verdades. É esta capacidade, diz-se, que é inata; e é o conhecimento de tal ou tal verdade que se deve chamar adquirida. Mas se é isso tudo o que se pretende, para quê o entusiasmo em manter que há certas máximas inatas ? (...)

Admitamos, pois, que, na origem, a alma é como que uma tábua rasa, sem quaisquer caracteres, vazia de qualquer ideia. Como é que adquire ideias? Por que meio recebe essa imensa quantidade que a imaginação do homem, sempre ativa e ilimitada, lhe apresenta com uma variedade quase infinita? Aonde vai ela buscar todos esses materiais que fundamentam os seus raciocínios e os seus conhecimentos? Respondo com uma palavra: à experiência. É essa a base de todos os nossos conhecimentos e é nela que assenta a sua origem. As observações que fazemos no que se refere a objetos exteriores e sensíveis ou as que dizem respeito às operações interiores da nossa alma, que nós apercebemos e sobre as quais reflectimos, dão ao espírito os materiais dos seus pensamentos. São essas as duas fontes em que se baseiam todas as ideias que, de um ponto de vista natural, possuímos ou podemos vir a possuir.

E primeiramente, sendo os sentidos excitados por certos objetos exteriores, fazem entrar na alma várias percepções distintas das coisas, segundo as diversas maneiras por que estes objetos agem sobre os nossos sentidos. É assim que adquirimos as ideias que temos do branco, do amarelo, do quente, do frio, do duro, do mole, do doce, do amargo, e de tudo o que denominamos qualidades sensíveis. Direi que os nossos sentidos fazem entrar todas estas ideias na nossa alma, pelo que me parece que eles fazem entrar objetos exteriores na lama, o que produz nela estas espécies de percepções. E como esta grande fonte da maior parte das ideias que nós temos depende inteiramente dos sentidos e por meio deles se comunica ao entendimento, chamo-a sensação.

A outra fonte de que o entendimento vem a receber ideias  é a percepção das operações da nossa alma sobre as ideias que recebeu dos sentidos: operações que, tornando-se o objeto das reflexões da alma, produzem no entendimento uma outra espécie de ideias, que os objetos exteriores não poderiam ter-lhe fornecido : tais são as ideias do que chamamos aperceber, pensar, duvidar, crer, raciocinar, conhecer, querer e todas as diferentes ações da alma. (...) Chamarei a esta fonte [do nosso conhecimento] reflexão, porque por seu intermédio a alma não recebe senão as ideias que adquire refletindo sobre as suas próprias operações.

O entendimento não me parece ter absolutamente nenhuma ideia que lhe não venha de uma destas duas fontes (...), embora talvez combinadas e aumentadas pelo entendimento, com uma variedade infinita."

(John Locke in "Ensaio sobre o Entendimento Humano")

terça-feira, 20 de novembro de 2012

[Poema] A Ideia



De onde ela vem?! De que matéria bruta
Vem essa luz que sobre as nebulosas
Cai de incógnitas criptas misteriosas
Como as estalactites duma gruta?!

Vem da psicogenética e alta luta
Do feixe de moléculas nervosas,
Que, em desintegrações maravilhosas,
Delibera, e depois, quer e executa!

Vem do encéfalo absconso que a constringe,
Chega em seguida às cordas do laringe,
Tísica, tênue, mínima, raquítica...

Quebra a força centrípeta que a amarra,
Mas, de repente, e quase morta, esbarra
No molambo da língua paralítica!


(Augusto dos Anjos) 

[Informática] Momentos Históricos do Computador Pessoal


Criação coletiva, o computador pessoal é resultado de múltiplos experimentos e da junção de peças desenvolvidas por diferentes fabricantes. O primeiro nada mais era do que uma simples máquina de escrever com monitor. Hoje há exemplares minúsculos, capazes de realizar múltiplas tarefas em poucos segundos.


1970 - Alto

O primeiro protótipo de um computador pessoal da Xerox, o Alto, que nem chegou a ser vendido, era uma tela vertical de televisão acoplada a um teclado e a uma caixa, que guardava os programas. A tela mostrava ícones, acionados pelo mouse, criado em 1965.






1975 - Altair

O Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) coloca a venda o primeiro PC, o Altair. As peças vinham separadas e tinham que ser montadas pelo usuário. Assinado por Bill Gates e Paul Allen, que tinham 18 anos, o programa Basic permitia que o computador fosse operado.


1976 - Apple I

A gigante Apple nasce com três sócios – Steve Jobs, Stephen Wozniak e Ron Wayne – numa garagem californiana e cria um concorrente para o Altair, o Apple I. Ele já vinha montado, facilitando a vida do usuário.

1979 - Apple II

O Apple II trouxe uma novidade que revolucionou o mercado de computadores até então, despertando o interesse das grandes corporações. Era o VisiCalc, a mãe das planilhas de cálculos. O novo produto foi responsável por dobrar o valor da Apple como empresa em menos de um ano.

1981 - IBM-PC4

Por 1565 dólares e com 16 kB de memória, a IBM colou à venda seu primeiro PC. Saíram mais de 50 mil unidades em um ano. Neste ano surge o primeiro notebook. Lançado pela Osborne Computer, custava 1800 dólares e pesava 12 quilos.

1983 - Word para MS-DOS

A Microsoft de Bill Gates anuncia a versão 1.0 do editor de textos Word para o sistema operacional MS-DOS. Com o editor de textos simples, a informação poderia ser escrita e armazenada no micro. Foi uma revolução: quase todos os PCs da época, com exceção dos da Apple, possuíam o MS-DOS.


1984 - Internet

O escritor William Gibson cria o termo ciberespaço e teoriza no livro Neuromancer sobre o espaço virtual, que um dia seria desenvolvido e faria parte da vida de todas as pessoas. A internet, rede que liga computadores de todo o mundo, nasceu primeiro no papel para depois se tornar realidade.



1993 - Pentium I

A Intel cria o processador Pentium I, com 3,1 milhões de transistores e 100 mips (milhões de instruções por segundo). Com ele, os computadores ficaram até três vezes mais velozes e eram capazes de executar vários programas ao mesmo tempo.




1994 - Netscape

A princípio, a internet era usada apenas em universidades. A Netscape mudou isso quando lançou um programa de fácil navegação na rede: o usuário apenas digitava um endereço eletrônico para ir à página desejada. O programa também exigia comandos simples para enviar e receber e-mails.

1995 - Windows 95

Criado pela Microsoft, fundia os sistemas MS-DOS e Windows, transformando um simples programa num sistema operacional complexo. Vendeu mais de 1 milhão de cópias em quatro dias e se tornou o sistema básico dos PCs fabricados desde então.



[Fé] O Mestre da Vida


Jesus, o Mestre da Vida, nos deu lições inesquecíveis. Mostrou-nos que a vida é o maior espetáculo do mundo! A vida que pulsa na criatividade das crianças, na despedida dos amigos, no abraço apertado dos pais, na solidão de um doente, no choro dos que perdem seus seres amados...

Quando você estiver só no meio da multidão, quando errar, fracassar e ninguém o compreender, quando as lágrimas que nunca teve coragem de chorar escorrerem silenciosamente pelo seu rosto e você sentir que não tem mais forças para continuar sua jornada, não se desespere!

Pare! Faça uma pausa na sua vida! Não dispare o gatilho da agressividade e do auto-abandono. Enfrente seu medo! Faça do seu medo alimento para sua força. Destrave a sua inteligência, abra as janelas da sua mente, areje o seu espírito! Permita-se ser ensinado pelos outros, aprenda lições dos seus erros e dificuldades. 

Liberte-se do cárcere da emoção e dos pensamentos negativos. Jamais se psicoadapte à sua miséria!

Lembre-se do Mestre da Vida! Ele nos ensinou a sermos livres mesmo diante das turbulências, perdas e fracassos, mesmo sem haver nenhum motivo aparente para nos alegrarmos. Tenha a mais legítima de todas as ambições: ambicione ser feliz!

Lembre-se que Jesus Cristo, um ser humano igual a você, passou pelos mais dramáticos sofrimentos e superou com a mais alta dignidade. Seja apaixonado pela vida como ele foi. Lembre-se que por amar apaixonadamente a humanidade, ele teve o mais ambicioso plano da história.

Mantenha em mente que nesse plano, você é uma pessoa única, e não mais um número na multidão.

A vida que pulsa na sua alma torna você especial, inigualável, por mais dificuldades que atravesse, por mais conflitos que tenha. Portanto, erga seus olhos e contemple o horizonte! Enxergue o que ninguém consegue ver! Há um oásis no seu no fim do seu longo e escaldante deserto!

Saiba que as flores mais lindas sucedem aos invernos mais rigorosos. Tenha convicção de que nos momentos mais difíceis de sua vida você pode escrever os mais belos capítulos de sua história.
Nunca desista de você! Dê sempre uma chance a si mesmo!

Nunca desista dos outros! Ajude-os a corrigir as rotas de suas vidas. 
Mas, se não conseguir, poupe energia, proteja sua emoção e aguarde que eles queiram ser ajudados. Enquanto isso, aceite-os do jeito que são, ame-os com todos os defeitos que têm. Amar traz saúde para a emoção.

Jesus encantava as pessoas com suas palavras. As multidões ao ouvi-lo, renovavam suas forças e encontravam um novo sentido para suas vidas! Ele reacendeu a esperança de muitos... Compreendeu o que é ser homem e fez poemas sobre a vida, até sangrando... Brilhou onde não havia nenhum raio de sol

(Augusto Cury in "O Mestre da Vida")

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

[Poema] Lástima



Tendo em vista um longo processo da pena de morte,
Por uma vida dilacerada de extrema violência,
Fatal consequência de tão natural e justo aporte,
A desenvolver-se na mente total insanidade.
Os dias foram pesados e as noites inacabáveis,
De tantos ciclos assintóticos e irrevogáveis,
Permearam o ser do início da vida ao fim da morte.
Má sorte lançada em suas decisões equivocadas,
Decisões errôneas com parâmetros exacerbados,
Lamentos e alentos constantes previamente notados.
De um turbilhão de sentimentos deploráveis, 
Restaram apenas moldes de sangue coagulados,
Acumulados no âmago daquela fria alma,
Se pudesse voltar atrás talvez notaria, a calma...

(Luis Valério Prandel)

domingo, 4 de novembro de 2012

[Poema] Desejos


Desejo a vocês...
Fruto do mato
Cheiro de jardim
Namoro no portão
Domingo sem chuva
Segunda sem mau humor
Sábado com seu amor
Filme do Carlitos
Chope com amigos
Crônica de Rubem Braga
Viver sem inimigos
Filme antigo na TV
Ter uma pessoa especial
E que ela goste de você
Música de Tom com letra de Chico
Frango caipira em pensão do interior
Ouvir uma palavra amável
Ter uma surpresa agradável
Ver a Banda passar
Noite de lua cheia
Rever uma velha amizade
Ter fé em Deus
Não ter que ouvir a palavra não
Nem nunca, nem jamais e adeus.
Rir como criança
Ouvir canto de passarinho.
Sarar de resfriado
Escrever um poema de Amor
Que nunca será rasgado
Formar um par ideal
Tomar banho de cachoeira
Pegar um bronzeado legal
Aprender um nova canção
Esperar alguém na estação
Queijo com goiabada
Pôr-do-Sol na roça
Uma festa
Um violão
Uma seresta
Recordar um amor antigo
Ter um ombro sempre amigo
Bater palmas de alegria
Uma tarde amena
Calçar um velho chinelo
Sentar numa velha poltrona
Tocar violão para alguém
Ouvir a chuva no telhado
Vinho branco
Bolero de Ravel
E muito carinho meu.


(Carlos Drummond de Andrade)

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