terça-feira, 31 de julho de 2012

[Vídeo / Música] Pra sonhar




Quando te vi passar fiquei paralisado
Tremi até o chão como um terremoto no Japão
Um vento, um tufão
Uma batedeira sem botão
Foi assim viu
Me vi na sua mão


Perdi a hora de voltar para o trabalho
Voltei pra casa e disse adeus pra tudo que eu conquistei
Mil coisas eu deixei
Só pra te falar
Largo tudo


Se a gente se casar domingo
Na praia, no sol, no mar
Ou num navio a navegar
Num avião a decolar
Indo sem data pra voltar
Toda de branco no altar
Quem vai sorrir?
Quem vai chorar?
Ave maria, sei que há
Uma história pra sonhar
Pra sonhar


O que era sonho se tornou realidade
De pouco em pouco a gente foi erguendo o nosso próprio trem,
Nossa Jerusalém,
Nosso mundo, nosso carrossel
Vai e vem vai
E não para nunca mais


De tanto não parar a gente chegou lá
Do outro lado da montanha onde tudo começou
Quando sua voz falou:
Pra onde você quiser eu vou
Largo tudo


Se a gente se casar domingo
Na praia, no sol, no mar
Ou num navio a navegar
Num avião a decolar
Indo sem data pra voltar
Toda de branco no altar
Quem vai sorrir?
Quem vai chorar?
Ave-Maria, sei que há
Uma história pra contar


Domingo
Na praia, no sol, no mar
Ou num navio a navegar
Num avião a decolar
Indo sem data pra voltar
Toda de branco no altar
Quem vai sorrir?
Quem vai chorar?
Ave-Maria, sei que há
Uma história pra contar
Pra contar

(Marcelo Jeneci)

terça-feira, 17 de julho de 2012

[Vídeo / Música] Afinal de Contas



Sei de cor e salteado a ordem dos fatores
E a razão do resultado não bater
Não me cobre seus valores
Às vezes dividir vale mais que pertencer


Eu já perdi a conta, eu já errei demais
Pra você foi faz de conta, então pra mim é tanto faz
Em linhas gerais, você jamais precisou dos meus sinais
E me desaponta quando desmonta suas medidas desiguais


Calcule o estrago por aí
Que eu não te trago mais aqui
Se está vago é porque se não foi somente se




Se um mais um é dois
Estes dois não somos nós
Eu aposto que depois
Que a gente der nome aos bois
Não vai sobrar minha voz
Pra contar como é que foi


Pois dois pesos, duas medidas
E tuas promessas não cumpridas?


Calcule o estrago por aí
Que eu não te trago mais aqui
Se tá vago é porque se não foi somente se
[2x]


(Heitor e Banda Gentileza)

domingo, 15 de julho de 2012

[Poema] Soneto do amor noturno da alma



Tardia noite clara e serena
Leva toda a dor do amor embora
Torna a emoção frágil e pequena
Consome a lágrima de quem chora

Um som reverbera lá do fundo,
Sensações iluminam o olhar.
Quem me dera ouvir o profundo
Dum'alma constante a cintilar. 

Aromas são dispersos na noite
E das lágrimas, doce açoite
Vai brilhando as feridas abertas

Espectros causando ruídos
De sentimentos tão ressentidos
Por caminhadas longas e incertas 


(Luis Valério Prandel - 29/06/2012)

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