quinta-feira, 13 de abril de 2017

[Curiosidades] Por que a data da Páscoa é móvel?

A data da Páscoa é móvel e muda todos os anos; e, em função dela são definidas as outras datas móveis do Calendário. 


Os judeus celebravam a Páscoa segundo o que prescreve o livro do Êxodo, no capítulo 12, no dia 14 do mês de Nissan. Era a celebração da libertação da escravidão do Egito para a liberdade da Terra Prometida por Deus a Abraão. 


A Igreja católica celebra a Páscoa cristã, Ressurreição de Cristo, acompanhando de certa foram a data Páscoa judaica. Mas o calendário judeu era baseado na Lua, então a data da Páscoa cristã passou a ser móvel no calendário cristão, assim como as demais datas referentes à Páscoa, tanto na Igreja Católica como nas Igrejas Protestantes e Igrejas Ortodoxas. 


Concílio de Nicéia
O primeiro Concilio geral da Igreja, o de Nicéia, no ano 325, determinou que a Páscoa cristã seria celebrada no domingo seguinte à primeira Lua cheia após o equinócio da primavera do hemisfério Norte (21 de março); podendo ocorrer entre 22 de Março e 25 de Abril. 


Em astronomia, equinócio é definido como um dos dois momentos em que o Sol, em sua órbita, vista da Terra, cruza o plano do equador celeste. Os equinócios acontecem em março e setembro, e são as duas ocasiões em que o dia e a noite têm duração igual. No hemisfério norte o equinócio da primavera ocorre no dia 20 de março, e o equinócio de outono ocorre no dia 23 de setembro. Estas datas marcam o início das respectivas estações do ano neste hemisfério. No hemisfério sul é o contrário, o equinócio da primavera ocorre no dia 23 de setembro, e o equinócio de outono ocorre no 20 de março. 

Datas móveis (de 2010 a 2025)
A Páscoa é assim um feriado móvel e que serve de referência para outras datas. As datas móveis que dependem da Páscoa são: 

-  Terça-feira de Carnaval – quarenta e sete dias antes da Páscoa. 

- Quaresma – Inicia na Quarta-feira de cinzas e termina no Domingo de Ramos (uma semana antes da Páscoa). 

- Sexta-feira Santa – a sexta-feira imediatamente anterior Sábado da Solene Vigília Pascal – o sábado de véspera Pentecostes – o oitavo domingo após a Páscoa. 

- Corpus Christi ou Corpo de Deus – a quinta-feira imediatamente após o Pentecostes

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 Autor do texto: Prof. Felipe Aquino (Blog Canção Nova)

sábado, 1 de abril de 2017

[Física] Primeira lei de Newton


I - Introdução


Os conceitos de força e massa são usados para analisar os princípios da Dinâmica. Esses princípios podem ser sintetizados em um conjunto de três afirmações claramente estabelecidas pela primeira vez por sir Isaac Newton (1643-1727), em sua obra "Princípios Matemáticos da Filosofia Natural" (1687) (Fig. 1) conhecidas como as leis de Newton do movimento.

Fig. 1 - Capa da obra "Principia" escrita por Newton.

As leis de Newton não são o produto de derivações matemáticas, mas, antes, uma síntese de experiências aprendidas sobre como os objetos se movem. Estas leis são genuinamente fundamentais, pois não podem ser deduzidas ou demonstradas a partir de outros princípios.

As leis de Newton necessitam de modificações somente em situações que envolvem velocidades muito elevadas (próximas à velocidade da luz) e/ou dimensões muito pequenas (no interior de um átomo).


II - Primeira lei de Newton


Corpus omne perseverare in statu suo quiescendi vel movendi uniformiter in directum, nisi quatenus a viribus impressis cogitur statum illum mutare.
(Todo corpo continua em seu estado de repouso ou de movimento uniforme em uma linha reta, a menos que seja forçado a mudar aquele estado por forças imprimidas sobre ele.)


Fig 2 - O corpo permaneceu em movimento retilíneo quando os freios da bicicleta foram acionados.


Experiências mostram que quando a força resultante é igual a zero o corpo ou está em repouso ou se move em linha reta com velocidade constante (a aceleração desse corpo é nula).

A tendência de um corpo em permanecer deslocando-se uma vez iniciado o movimento, resulta de uma propriedade denominada inércia.

É relevante notar que na primeira lei de Newton o que importa é conhecer a força resultante, que neste caso é igual a zero, é equivalente a nenhuma força.

Quando não existe nenhuma força atuando sobre um corpo ou quando existem diversas forças como uma soma vetorial (resultante) igual a zero, dizemos que o corpo está em equilíbrio. Para um corpo em equilíbrio,

Equação 1

Para isso ser verdade, cada um dos componentes da força resultante deve ser igual a zero:

Equações 2, 3 e 4.

Estamos supondo que o corpo possa ser representado adequadamente por uma partícula pontual.Quando o corpo possui um tamanho finito, também devemos considerar onde as forças estão sendo aplicadas sobre o corpo. 

A primeira lei é válida apenas para um sistema de referência inercial:

🔻 A Terra pode ser considerada aproximadamente um sistema de referência inercial;
🔻 Um sistema de referência não-inercial pode ser considerado um veículo se movendo com velocidade variável, no qual a pessoa e o corpo suspenso (Fig. 3) sofre uma aceleração em sentido contrário, sendo que a força resultante sobre esses corpos é nula;

Fig. 3 - Exemplo de sistema de referência não inercial (homem dentro de um vagão) e inercial (observador exterior).

🔻 O sistema de referência "vagão", por exemplo, está sendo acelerado em relação ao sistema de referência "Terra", sendo assim, um sistema de referência inadequado para a primeira lei de Newton;
🔻 Há muitos sistema considerados inerciais. Quando temos um sistema de referência inercial A, então qualquer sistema de referência B também será inercial, se ele se move em relação a A com velocidade vB/A constante;
🔻 Usando a relação
Equação 5


🔻 Suponha que P seja um corpo que se move com velocidade constante vP/A em relação a A. Pela primeira lei, a força resultante em relação a P é zero. A velocidade relativa vP/B (em relação a B) possui valor diferente , mas se vB/A é constante, então vP/B também é constante;

🔻 Não há sistema de referência inercial privilegiado.

III - Experimentos




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Referência bibliográfica:
- TIPLER, Física, Vol 1,6ª Edição, LTC,2009.
- SERWAY, JEWEET, Princípios de Física, 1ª Edição, Vol 1, Thonson, 2006.
- SEARS, ZEMANSKY, Física, Vol 1,10ª Edição, Pearson, 2003.

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

[Curiosidade] Informações, curiosidades e coisas estranhas sobre a morte


102 pessoas morrem por minuto no mundo. Detalhe: a maioria são homens. 

Quando uma pessoa morre, o último sentido em fenecer é audição. O primeiro costuma ser a visão, seguido do paladar, o olfato e o tato.

O corpo demora meses para se decompor. Hoje em dia, porém, a decomposição é mais lenta devido aos conservantes contidos nos alimentos.

A cor negra é associada à morte e ao luto na cultura ocidental. Em alguns países do Oriente, a cor do luto é o branco. 

Na mitologia grega, a morte é personificada por Tânatos. Na psicanálise, Tânatos é a “pulsão da morte”, impulso inconsciente que busca a destruição e o fim total da vida. 

O deus grego do mundo inferior e dos mortos era Hades. Seu equivalente romano era Plutão. 

Os muçulmanos são normalmente enterrados sem caixão. O corpo é envolto em três peças de roupa (dois para as mulheres) e sepultado com a cabeça virada para Meca.

Embora não seja muito comum no Brasil, a cremação é uma prática funerária antiga e disseminada. Foi adotada por gregos, romanos e outros povos. Atualmente, é mais comum na Índia. 

A cremação é prática usual no budismo. Como em outras religiões, os budistas não estimulam o luto. Durante o velório, uma altar com uma imagem do Buda é montado. Há oferenda de flores e frutas, além de queima de incenso. Um monge recita sutras e conduz as bênçãos. Uma detalhe curioso: os budistas recomendam não chorar alto junto ao corpo para não perturbar o morto. 

A São Paulo do século XVIII costumava sepultar os mortos em suas igrejas. Eles eram enterrados sem caixão e em covas muito rasas. Aliás, eram tão rasas que não era incomum alguém pisar ou tropeçar nos ossos. O chão era de terra batida e era usado tanto para a sepultura quanto para a prece.
O Dia da Morte; pintura de William-Adolphe Bouguereau (1825-1905)
Se quiser ir para o espaço depois de morto, contrate a empresa norte-americana Celestis. Ela envia suas cinzas para dar uma voltas no vácuo por apenas U$ 995 a grama. Sete gramas é um pouco mais caro: U$5.300. As cinzas irão para o espaço de carona em foguetes russos lançados no Cazaquistão.

Agora, se você deseja virar uma transparente e reluzente pedra preciosa depois de morto, contrate os serviços da suíça Algordanza. A empresa é especializada em transformar cinzas humanas em diamantes. Primeiro, a cinza vira carbono e depois, grafite. Submetido a uma temperatura de 1.700º C, o material vira diamante num período de quatro a seis semanas. Na natureza, o processo levaria milhões de anos.

A pena de morte ainda é praticada em cerca de 90 países. Estados Unidos, China, Arábia Saudita, Índia, Ruanda, Irã, Egito, Bielorrússia, Vietnã, Taiwan, Afeganistão, Jordânia são alguns desses países. Os campeões em número de prisioneiros executados são China, Estados Unidos e Irã. 

Apesar de serem largamente utilizadas no passado, as execuções por precipitação, empalação, retalhamento, fogueira e guilhotina não são mais utilizados nos dias atuais. A guilhotina, por exemplo, foi usada na França até o ano de 1981.

A morte por precipitação foi largamente utilizada na América pré-colombiana, principalmente em rituais de sacrifício. As vítimas eram jogados de um penhasco. Mas há casos recentes de execução por precipitação no Iraque e no Irã.

A execução por degola era comum em várias culturas. Uma delas é a mochica, um povo que viveu no atual território do Peru. Os mochicas praticavam a degola ritual. O condenado (geralmente um guerreiro) tinha a garganta cortada e o sangue recolhido em um recipiente e bebido pelos sacerdotes. 

A execução por “esmagamento por elefante” pode ser muito incomum e estranha, mas é pratica em países do Sudeste Asiático como Indonésia. Trata-se de uma execução bem simples: o réu tem a cabeça esmagada pela pata do elefante. Um brasileiro foi recentemente condenado a esse tipo de morte na Indonésia. 

Em se tratando de mortes bizarras, veja essas estatísticas: 100 pessoas morrem por ano engasgadas com lápis, 200 morrem afogadas em banheiras e outras 200 atingidas por raios. Detalhe: essas estatísticas são de mortes ocorridas nos Estados Unidos. 

A Lição de Anatomia do Dr. Tulp. Rembrandt, 1632. Uma das mortes mais bizarras de que se tem notícia foi a de um sujeito que não se sabe de onde é e muito menos o nome. A única certeza é que, bêbado, ele tentou entrar em casa pela janela da cozinha e acabou ficando preso. Na tentativa desesperada de se soltar, abriu a torneira da pia e morreu afogado. Na pia.

Outra morte bem bizarra foi a do norte-americano Ismael, 25 anos. Ele perdeu o controle do veículo que dirigia, bateu num poste e tentou se livrar dos fios que obstruíam a porta... com uma tesoura! Ismael morreu eletrocutado. 

A morte de Tamar não foi menos bizarra. Ela simplesmente soltou o cinto de segurança e ficou em pé em uma das mais temidas montanhas-russas do mundo. O trenzinho disparou e Tamar ficou para trás... quer dizer, foi para o chão. 

E o que dizer do sujeito que foi encontrado morto com ferimentos de faca na porta de casa? Aconteceu no Reino Unido. Ele comprou uma jaqueta nova, perguntou para a esposa se ela seria à prova de facas e... foi achado morto. Tudo indica que a jaqueta não era à prova de facas. 

O que você quer ser quando morrer? Há várias opções,
uma delas é peça de museu. Criador da plastinação (uma técnica que substitui os líquidos do corpo por uma resina que o preserva por até 10 mil anos), o anatomista alemão Gunther von Hagens usa os cadáveres, não como obras de arte, mas para ensinar anatomia. Exibidos em museus de todo o mundo, inclusive no Brasil, eles já atraíram 12 milhões de curiosos. 

E que tal usar seu corpo para pesquisa ou ensino? Quase todas as universidades e faculdades de medicina aceitam a doação. Você pode seguir o exemplo de uma paulistana vítima de atropelamento. Em seu testamento, ela pediu que seu corpo fosse doado para pesquisa, desejo que foi realizado sem questionamentos dos familiares. 

Muitos brasileiros já manifestaram o desejo de, depois de mortos, doar seus corpos. Se depender deles, não faltarão cadáveres no mercado. Mas nem sempre foi assim. Corpos estiveram em falta. Sem seus objetos de estudo, muitos anatomistas e aproveitadores apelaram roubando cadáveres de cemitérios. Para "descansarem em paz", as pessoas chegavam a ser sepultadas dentro de dois ou três caixões em túmulos de ferro. O cúmulo do absurdo aconteceu na Inglaterra do século XIX, quando dois sujeitos passaram a cometer crimes em série apenas para vender os cadáveres para anatomistas. 

Se não quiser "passar a eternidade" em um laboratório, você pode... digo, seu corpo pode ir para uma pista de testes de automóveis. Lá os cadáveres são atropelados, jogados sobre automóveis em movimento e colocados em carros prestes a bater em alta velocidade. Tudo para garantir a segurança dos automóveis. Segundo os engenheiros da Universidade Estadual de Wayne, Michigan, que conduz as pesquisas, 147 vidas são salvas para cada cadáver utilizado no aperfeiçoamentos dos airbags. 

Outra opção não menos estranha: usar o corpo para testar a eficiência de coletes a provas de balas. Algumas instituições utilizam cadáveres humanos para pesquisar o impacto de balas no corpo e para criar mecanismos que não só ajudam a proteger vidas, como a matar.

Por último, você pode muito bem ser um "morto abandonado". A causa é aparentemente nobre. Pesquisadores forenses abandonam cadáveres dentro de automóveis, encostados em pedras e deitados na grama só para vê-los apodrecer. Eles querem entender quanto tempo um corpo demora para se decompor, como ocorre o processo de decomposição e quais os estágios dos insetos que se alimentam dele. Dessa forma, pretendem ajudar na solução de crimes. 

A morte do compositor russo Tchaikovsky ocorreu em circunstâncias bastante misteriosas. Acreditava-se ele teria induzido a própria morte bebendo a água contaminada da cidade de São Petersburgo, que na época passava por uma epidemia de cólera. Mas, recentemente, pesquisadores reuniram provas de que o compositor tenha se suicidado por envenenamento. Outra hipótese ainda mais recente afirma que é possível que Tchaikovsky tenha sido assassinado. 

Embora muitos biógrafos discordem da verdadeira causa da morte da atriz Marilyn Monroe, acredita-se que ela tenha se suicidado ingerindo uma grande quantidade de álcool misturada com drogas. Antes de morrer, Marilyn passava por forte crise depressiva.

Yukio Mishima, escritor e dramaturgo nascido no Japão, matou-se praticando o haraquiri, uma espécie de suicídio ritualístico japonês. No haraquiri (ou seppuku), após cravar uma espada no abdômen, o suicida é imediatamente decapitado por uma segunda pessoa. Dessa forma, não há como o suicida sobreviver.

Passados 11 anos de sua morte, descobriu-se que a cabeça do compositor Haydn havia desaparecido. O crânio de Haydn só foi encontrado 86 anos depois de seu falecimento.

O túmulo do ex-líder do grupo de rock The Doors, Jim
Morrison, é, até hoje, um dos mais visitados do cemitério Pere-Lachaise, de Paris. Os milhares de fãs que o visitam todos os anos costumam depositar flores, cartas e até uísque na sepultura. Por conta disso, a administração do cemitério ameaçou várias vezes despejar Jim Morrison do local. 

O túmulo do cantor Elvis Presley é um dos mais visitados do mundo. No aniversário de sua morte, milhares de fãs acorrem à mansão onde Elvis viveu para prestar homenagens ao Rei do Rock. O local é preservado como um santuário. A devoção chegou a tal ponto que alguns acreditam que esteja surgindo uma nova religião com Elvis Presley como objeto de culto. 

Centenas de pessoas costumam se reunir no Central Park, em Nova York, para lembrar a morte do músico John Lennon. O encontro sempre ocorre no início de dezembro, em frente ao prédio onde Lennon foi assassinado. Os fãs depositam flores, acendem velas e cantam os maiores sucessos do cantor. Detalhe: Lennon foi morto por um fã. 

O funeral de Victor Hugo foi um dos mais impressionantes que a França já viu. O corpo foi velado sob o Arco do Triunfo e o cortejo acompanhado por mais de um milhão de pessoas. O panteão dos heróis da França foi reaberto para receber os restos mortais do escritor que na época era considerado um herói nacional.

O Brasil inteiro se comoveu com o súbito falecimento da cantora Carmen Miranda. O velório e o enterro foram acompanhados por cerca de 500 mil pessoas. Enquanto chorava e lamentava a morte de Carmen, o povo cantava na surdina os principais sucessos da cantora. A multidão era tamanha que, passado o enterro, 75 sepulturas do cemitério ficaram danificadas. 

Atendendo ao desejo do compositor, o corpo de Chopin foi enterrado na França com terra polonesa e seu coração enviado para Varsóvia. Chopin nasceu no interior da Polônia, terra que amava tanto quanto a França, onde viveu grande parte de sua vida.

Você sabe o que significa Post mortem Photos? É o hábito de fotografar os mortos no caixão. Os familiares costumavam guardas as fotos de lembrança. A prática foi muito comum na Europa do século XIX e, até recentemente, no Nordeste brasileiro.

(Fonte: Blog "Mais que curiosidade")

sábado, 22 de outubro de 2016

[Física] Arco elétrico


Um arco elétrico é resultante de uma ruptura dielétrica de um gás a qual produz uma descarga de plasma, similar a uma fagulha instantânea, resultante de um fluxo de corrente em meio normalmente isolante tal como o ar. Um termo arcaico para ele é arco voltaico como usado na expressão lâmpada de arco voltaico.

O arco ocorre em um espaço preenchido de gás entre dois eletrodos condutivos (freqüentemente feitos de carbono ) e isto resulta em uma temperatura muito alta, capaz de fundir ou vaporizar virtualmente qualquer coisa.

Em uma visão comercial, arcos elétricos são usados para soldagem, corte a plasma, e como uma lâmpada de arco voltaico em projetores de filme e holofotes. Fornos a arco elétrico são usado para produzir aço e outras substâncias. O Carbureto de cálcio é feito desta forma por requerer um grande aporte de energia para promover uma reação endotérmica (a uma temperatura de 2500 °C).



Arcos elétricos de baixa pressão são usados para iluminação, por exemplo na forma de lâmpadas fluorescente, lâmpadas de vapor mercúrio e sódio, lâmpadas de câmera de flash, monitores de plasma e letreiros de néon. Arcos elétricos indesejáveis podem levar a deterioração de sistemas transmissão de energia elétrica e equipamentos eletrônicos.



Exemplos
  1. O relâmpago da trovoada é um arco eléctrico de grandes dimensões que permite se escapem as cargas eléctricas entre as nuvens ou entre as nuvens e a terra;
  2. A soldura eléctrica (Soldagem) a arco produzem uma grande quantidade de calor bem localizada o que provoca a fusão dos materiais;
  3. O forno a arco utilizados na metalurgia para a fusão de metais;
  4. Arco elétrico provocado por curto-circuito em equipamentos elétricos devido a acúmulo de sujeira, cavacos, água, presença de insetos ou outros animais;
  5. A norma IEC 61641 regulamenta painéis de baixa tensão à prova de arco interno e contempla critérios para segurança pessoal e estrutural com os comportamentos adequados quando da ocorrência de arcos elétricos.
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Fonte: Wikipédia
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